A jihad global
Don Feder *

Porque devemos estar todos unidos a respeito deste tema? Estes são extratos de uma conferência brindada por Don Feder.

Você tem um problema. É um problema compartilhado pelos judeus em Hebron, sérvios em Kosovo, católicos no Líbano e americanos caminhando pelas ruas de Nova York. Considere todos estes incidentes que estão conectados mais além do que alguém possa supor:
* Na Indonésia, três escolares cristãs foram decapitadas.
* No Iraque, um sacerdote sírio ortodoxo foi seqüestrado, torturado e assassinado.
* Na Somália, uma monja foi assassinada com um disparo quando deixava o hospital
onde trabalhava.
* No Líbano, um ministro foi assassinado.
* Na Grã Bretanha, as autoridades descobriram uma conspiração na qual britânicos fizeram um complô para colocar bombas em vôos transatlânticos novamente.
* No Afeganistão, outra vez os suicidas terroristas estão agindo.
* No Iraque, um grupo de devotos foi raptado em uma mesquita, encharcado com gasolina e todos queimados até a morte no que foi descrito como uma violência sectária.
* Na França, um professor de filosofia do secundário esta se escondendo após receber ameaças sérias contra sua vida por um comentário que publicou em setembro no jornal Le Fígaro
* Cento e trinta e nove pessoas morreram em manifestações na Nigéria, Líbia, Paquistão e Afeganistão – depois da publicação das charges dinamarquesas.
* A Europa está experimentando a pior onda de violência anti-semita depois da Kristallnacht.
* Em Mumbay, na Índia, uma série de explosões mataram quase 200 pessoas.
* Em Gaza, terroristas recentemente celebraram o cessar fogo lançando mais foguetes no sul de Israel.
* E o líder de mais um bilhão de católicos recebeu ameaças de morte por um discurso que fez, no qual se referiu a um balanço entre a fé e a razão, mencionando um imperador bizantino do século XIV.
O que têm estes pontos em comum?
Para mencionar Mark Steyn, em seu excelente trabalho América na Solidão: "É o fim do mundo como o conhecemos, começando com um eu finalizando com um grande slam (golpe forte, tradução literal).
Não quero dizer que todos os muçulmanos são terroristas. Estou dizendo que quase todos os terroristas são muçulmanos e que o Islã é uma fé que é simpatizante do terrorismo. Desafio a que me nomeiem outra fé na qual sua entrada no céu está assegurada por matar aqueles de outra fé numa guerra santa.
Não digo que os muçulmanos são gente má. A maioria é gente comum. O que digo é que há elementos do Islã que predispõem os aderentes a cometer crimes como os detalhados anteriormente.
O que digo, e quero ser claro com isto, que uma fé adotada por 1 bilhão e 300 milhões de pessoas no mundo contém dentro das sementes do mal que vemos a nosso redor, sementes que requerem somente as condições adequadas para germinar. Tudo é referido no Corão, que considero como uma pré-escola de Minha Luta (de Adolf Hitler).
Damas e cavalheiros, estamos na penumbras de uma Guerra Mundial, tão mortal como a Guerra Fria e com um potencial de devastação como a II.
 (…) Faríamos um erro grosseiro se pensássemos no Islã só em termos de bombas humanas suicidas, ataques de franco-atiradores, ameaças de morte, conversões forçadas, mutilações genitais nas mulheres, assassinato, jihad e fatwa.
Um dado muito importante é o que ocorre em maternidades desde Bruxelas a Bombaim. Das 10 nações com as menores taxas de nacionalidade, nove são européias cristãs. E os 10 países com a maior taxa de fertilidade? São do Islã. Vejamos o Níger (7,46 crianças por mulher), Mali (7,42), Somália (6,76), Afeganistão (6,69) e Iêmen (6,58). A mulher palestina que se suicidou com a idade de 64, sendo a suicida terrorista mais velha, era mãe de 9 e tinha sido avó de 41.
(…)
Por exemplo, conforme artigo publicado pelo Washington Times, em 2015 a metade dos soldados no exército russo será de muçulmanos. E em 2020 aproximadamente 20% da população russa será muçulmana. O mesmo pode acontecer naqueles anos no Reino Unido, na França, Bélgica e Holanda.
Atualmente os muçulmanos são 10% da população na França. Mas comparando aos franceses menores de 20 anos, 30% são muçulmanos.
(…) Se bem que há o suficiente de nós que vemos a necessidade de agir, cremos que pode ser tarde.
Todos estamos concentrados em ver o que acontece no seu próprio terreno que esquece da visão macro. Os sionistas se preocupam e de maneira correta com o terrorismo dos palestinos.
A angústia que experimentam os hindus na Caxemira pela violência apoiada pelo Paquistão, que matou mais de 50.000 pessoas nos últimos 20 anos.
Grupos como a Voz dos Mártires documentaram a perseguição de cristãos no mundo libanês, lamentando a presença de cristãos no governo do Líbano. Os cristãos coptas se queixam que o tratamento de seus devotos no Egito é persecutório.
Por que tudo isto é parte de um mesmo assunto. O que acontece no Líbano afeta a Caxemira. O que afeta na Judéia e na Samária afeta tanto o Líbano como Londres.
Em retrospectiva é fácil de ver que um número de eventos na década de 30 foram passos que levaram à Segunda Guerra Mundial. É muito fácil ver a conexão dos eventos em retrospectiva. Mas, por exemplo, até antes de Perl Harbor, milhões de americanos não entendiam a guerra como tal e logo após o ataque de Perl Harbor viram a ameaça alemã. Como disse Winston Churchill ao presidente Franklin Delano Roosevelt: "Agora estamos juntos nisto".
Meus amigos, estamos neste assunto…Juntos. Judeus, católicos, cristãos maronitas, hindus, sérvios ortodoxos e cristãos na Indonésia. Até que não comecemos a nos dar conta, não teremos esperança de nos opor a uma jihad global.
Quando os sionistas começarem a se preocupar com o destino dos sérvios en Kosovo, quando os hindus apoiarem as comunidades judaicas e quando os sérvios defenderem os hindus da Caxemira, poderemos começar a fazer progressos.

* Don Feder, colunista do Boston Herald, atualmente é diretor de sua própria consultoria especializada em mídia.