Por: Joseph Farah
O que levará israelenses
e americanos a entenderem que não se pode negociar com
terroristas? Quanto sangue inocente precisará ser derramado
até que reconheçamos que o "processo de paz"
falhou? Quantas pequenas crianças e pessoas de idade têm
que ser explodidas por maníacos suicidas antes que nós
digamos: "Chega, já basta!"
Estas são as perguntas que passam por minha mente um dia
depois dos mais recentes ataques terroristas em Jerusalém
e Bagdá.
Desde o início dos Acordos de Oslo em 1993, Israel cumpriu
todos os seus compromissos para paz:
* Deu à Autoridade Palestina o controle sobre os territórios
da Margem Ocidental e na Faixa de Gaza;
* desmantelou as comunidades judaicas em terras historicamente
judias;
* libertou prisioneiros que estavam condenados por cometer atos
de terrorismo contra o estado judeu;
* usou suas escolas e suas mídia para promover a paz e
a harmonia com os árabes mesmo para adversários
terroristas de longa data como Yasser Arafat;
* proveu armas e munição à polícia
palestina, uma milícia que realmente jurou destruir Israel;
* continuou negociando com seus adversários de boa-fé
apesar de um aumento do terrorismo;
* colocou-se numa posição por concessões
de terras nas quais suas próprias autoridades militares
não estão mais certas de poder defender a segurança
nacional;
* propôs, pela causa da paz, acordos até maiores,
como até mesmo oferecimento de parte de sua própria
cidade sagrada e capital para os árabes;
* muito tempo antes disso, Israel concedeu autoridade administrativa
a seus inimigos sobre o local mais sagrado do Judaísmo,
o Monte de Templo.
O que recebeu Israel em troca? Derramamento de sangue. Nada mais.
Quanto mais Israel dá, mais violência experimenta
das mãos de seus inimigos.
Esta é a verdade sobre o denominado "ciclo da violência"
que nós temos ouvido a partir de Washington. Israel concede,
Israel sangra.
Está na hora de parar esta loucura.
Os Estados Unidos enviaram tropas ao redor do mundo para responder
o terrorismo que veio à tona sobre seus ombros em 11 de
setembro de 2001. Os Estados Unidos derrubaram dois governos e
ocuparam duas nações a meio caminho em torno do
mundo em sua guerra a esses que a atacaram.
Enquanto isso, os Estados Unidos continuam exigindo que Israel
mostre contenção em face a estes continuados ataques
inflexíveis dos terroristas no meio de sua população
civil, inimigos identificáveis que operam dentro do país
e do território vizinho que Israel deu a seus inimigos
numa busca desesperada pela paz.
Não há dois lados nesta história. Nem um
minuto a mais. Isso é o certo versus o errado. A única
solução agora é acabar de uma vez por todas
com a violência terrorista.
Mahmoud Abbas, às vezes conhecido pelo seu "nome de
guerra" Abu Mazen, contou a um senador norte-americano semanas
atrás que Arafat o está arruinando como primeiro-ministro
da Autoridade Palestina. Ele admite que não tem controle.
Isso prova que nós estamos de volta ao lugar onde nós
sempre estivemos no conflito. Arafat é o terrorista responsável.
Está na hora de Washington livrar Israel.
A única influência real de Israel sobre seus inimigos
é sua máquina de guerra. É o que manteve
Israel vivo durante os últimos 55 anos. E é a única
coisa que pode preservar o minúsculo bastião de
real liberdade no Oriente Médio.
Eu não digo isto porque eu amo Israel, mas porque eu amo
a liberdade e porque eu amo a América.
Este país está numa luta por sua vida contra as
forças da escuridão deste mundo. Nós só
podemos prevalecer com perseverança, coragem e fazendo
o que é certo.
A coisa certa a fazer é ser persistente, ser forte. Isso
significa abandonar as políticas que falharam no passado.
Isso significa ter um padrão de aplicações
igualmente para os Estados Unidos e para Israel que está
numa luta mais precária e desesperada para sua vida.
* Joseph Farah é
um árabe cristão. Ele é o editor do bem conhecido
site World Net Daily (www.worldnetdaily.com)