| Libertação
de prisioneiros
Senhores editores:
Temos acompanhado pela mídia a questão da libertação
de prisioneiros palestinos pelo governo israelense. A mídia
em geral tem colocado esta questão como gesto de boa
vontade (good will) por parte do governo israelense. A mídia
ocidental, evidentemente. Esta é mais uma das distorções
que fazem parte do show de distorções que está sendo
esta acomodação entre o governo israelense e
os palestinos.
Distorção? Como assim?
É pratica, entre os países ocidentais, sempre que houve um conflito
armado, que uma das primeiras providências ao término dos conflito
ser a troca de prisioneiros. E nos conflitos abertos entre Israel e seus vizinhos
sempre foi assim. É inesquecível e marcante a imagem dos prisioneiros
israelenses serem devolvidos em condições absolutamente lamentáveis,
semimortos, destruídos por torturas e maus tratos, enquanto os prisioneiros árabes
eram devolvidos inteiros, sorridentes, recebidos como heróis e fazendo
o sinal da vitória. O mundo sempre silenciou a respeito desta atrocidade.
E a distorção reside no fato de que estas trocas de prisioneiros
ocorreram entre um país de inspiração ocidental
e outros de inspiração árabe, com todas as diferenças
de filosofia e entendimento.
A distorção que ocorre agora é pior ainda. Afinal,
o que Israel está recebendo em troca da libertação
dos prisioneiros palestinos? Nada, rigorosamente nada além de
ameaças das entidades terroristas no sentido de que "ou libertam
todos ou nada feito". Ora, o que é isso? Sabem qual a razão
de nada vir em troca? Por que os palestinos nunca fizeram outra coisa
a não ser matar judeus e israelenses. Não existem prisioneiros
israelenses nas prisões palestinas.
Enquanto se negocia os mísseis continuam a cair, e as agressões
continuam a acontecer. As entidades terroristas continuam sendo armadas,
preparadas e financiadas. Infelizmente, a impressão que se tem é que
uma ofensiva de grandes proporções está em preparação.
E o pior de tudo, pior ainda, é o efeito psicológico que
esta libertação quase que indiscriminada de presos provoca.
Os palestinos que estão sendo libertados são recebidos
como heróis, e nada mais fazem do que incentivar outros a cometerem
agressões, sob a certeza de que, mais dia menos dia, serão
libertados por Israel por força de um novo esboço de acordo
que acontecerá no futuro.
Por que acordo no futuro? Pela diferença entre Abbas e seu antecessor
ser meramente a roupa que usam. Abbas nada mais é do um Arafat
I"S vestido de terno, que fala um inglês menos macarrônico
e que segue rigorosamente a mesma cartilha que seu mentor e antecessor.
Pelo fato de que a agenda interna de Abbas ser exatamente a mesma que
a de seu antecessor.
Espero estar errado. Honestamente, espero estar errado...
Morris Abadi
Administrador de empresas
São Paulo - SP
Descobrindo ligações
Senhores editores:
Sou marrano e desde a juventude minha família comentava
de maneira velada o fato. Recentemente descobri que até na
Holanda existe rabino com o meu sobrenome "Pereira",
só que escrito "Peraira" por lá. Estou
contente. Sou bancário e estou para me aposentar. Sou
casado e tenho 3 filhos. Um deles fez Sociologia na Universidade
Federal de São Carlos e está fazendo mestrado
em História na Unesp, em Franca, SP e lá mesmo
está começando a cursar Direito. Gostei do site
do jornal Visão Judaica.
Obrigado e Shalom.
José Pereira de Moraes Júnior
Por e-mail
Belo Horizonte - MG
Site de VJ agrada
Senhores jornalistas
Procurando artigos sobre judaísmo, deparei-me com o
site de Visão Judaica e gostei. Gosto de todos os sites
que defendem Eretz Israel, o povo escolhido de D’us e
a única democracia do Oriente Medio - uma espécie
de ilha democrática, cercada de ditaduras por todos
os lados. Parabéns pelo conteúdo do site. Shalom!
Marcos Chaparro Pena
Por e-mail
Bem escrito e elaborado
Prezados editores:
Parabéns pelo Visão Judaica, tão bem
escrito e elaborado por vocês e seu pessoal amigo. Abraços.
Helena e Léo Krieger
Curitiba - PR
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