Obs:
a.e.C = antes da era Cristã e e.C= era
Cristã
Israel tornou-se uma nação em 1312 a.e.C, há 3.315 anos
atrás - e dois mil anos antes do aparecimento do Islã! 726 anos
mais tarde, em 586 a.e.C estes antigos judeus na Terra de Israel [Judéia]
sofreram uma invasão e o Primeiro Templo de Israel (no Monte de Templo
da Velha Cidade de Jerusalém) foi destruído por Nebuchadnezzar
(pronúncia hebraica de Nabucodonosor), rei da antiga Babilônia.
Muitos dos judeus foram mortos ou expulsos; entretanto, muitos outros tiveram
permissão para permanecer. Estes judeus, junto com sua prole e outros
judeus que voltaram a se estabelecer ali nos 500 anos seguintes, reconstruíram
a Nação de Israel e também um Segundo Templo em Jerusalém,
no Monte de Templo. Assim, as falácias propagadas de que judeus não
têm direito histórico a terra, e apareceram de repente, há pouco
mais de cinqüenta anos reivindicando a posse depois do Holocausto, e puseram
fora os árabes é um absurdo!
Em 70 e.C (quase 2000 anos atrás), foi o império romano que marchou
sobre a antiga Israel e destruiu o Segundo Templo judeu, enquanto massacrava
ou exilava boa parte de sua população judia. Muitos judeus partiram
por sua própria conta porque as condições de vida se tornaram
insuportáveis em muitos aspectos... ainda que milhares e milhares tenham
ficado e foram se rebelando durante os séculos seguintes com a intenção
de reconstruir mais uma vez a Nação judaica naquela Terra Santa.
Por 3.250 anos, vários povos, religiões e impérios predominaram
em Jerusalém, a antiga capital de Israel. A região foi sucessivamente
governada por hebreus [os judeus], assírios, babilônios, persas,
gregos, macabeus, romanos, bizantinos, árabes, egípcios, cruzados,
mamelucos, turcos (que invariavelmente governaram o território de forma
retrógrada, negligenciado o território desde o século 16
até que os britânicos os tivessem compelido para fora durante Primeira
Guerra Mundial) e então uma vez mais pelos judeus a partir de 1948. Ninguém
se incomodou, nem esteve ao menos inclinado a construir uma nação
para si próprio esse tempo todo... exceto os judeus!
Deve-se notar que em 636 e.C quando os saqueadores árabes chegaram a terra
e dali até mesmo arrancaram mais de seus judeus, eles também não
formaram nenhuma nação árabe lá... e certamente nenhuma "nação
palestina". Eles simplesmente "eram os árabes" que, como
fizeram outros antes deles, passaram por uma área geopolítica chamada "Palestina"!
E devemos lembrar deste fato... não foram os judeus que "usurparam" (palavra
favorita dos propagandistas árabes) a terra dos árabes. Se houve
isso, foram os árabes em 636 e.C que invadiram e tomaram a terra dos judeus!
Conclusão: Nenhum reino ou país, a exceção da antiga
nação de Israel e depois de 1948 com o renascimento da 2ª nação
de Israel, alguma vez existiu como entidade nacional soberana nessa terra. Um
reino genuinamente judeu estendeu-se por sobre esta área toda antes que
os árabes - e o seu Islã - surgissem! O Povo Judeu tem uma das
Certidões de Nascimento mais legítimas que qualquer outra nação
no mundo. Toda vez que há uma escavação arqueológica
em Israel, isso faz nada mais que apoiar o fato de que o Povo Judeu teve lá uma
presença por bem mais de 3.000 anos. As moedas, a cerâmica, as cidades,
os textos antigos... tudo reforça esta afirmativa. Sim, outros povos passaram,
mas não há nenhuma dúvida do fato de que os judeus sempre
tiveram uma presença ininterrupta naquela terra durante mais de 3.000
anos. Este precedente não impede qualquer reivindicação
que outros povos da região possam ter. Os antigos filisteus estão
extintos. Muitos outros antigos povos estão extintos. Eles não
têm a linha contínua até a data atual que os judeus têm.
E se você quer falar de religião, bem, D-us deu a Terra de Israel
ao Povo Judeu. E D-us não fez nada por acidente!
O termo "Palestina" veio do nome que os conquistadores do império
romano deram a antiga Terra de Israel numa tentativa de apagar e deslegitimar
a presença judia na Terra Santa. E o nome "Palestina" foi inventado
no ano 135 e.C. Antes disso era conhecida como Judéia, que foi o reino
meridional da antiga Israel. O procurador romano responsável pelos territórios
da Judéia-Israel ficou tão furioso com os judeus por se revoltarem
que perguntou aos seus historiadores quais foram os piores inimigos dos judeus
em toda sua história. Eles disseram: "os filisteus". Assim,
o procurador declarou que aquela Terra de Israel daí em diante passava
a ser chamada "Philistia" [mais tarde corrompeu-se para "Palaistina"]
só para desonrar os judeus e apagar sua história. Daí o
nome "Palestina".
Uma coisa a mais. Com freqüência ouvimos os revisionistas e os propagandistas
encontrando ligações históricas entre os antigos "filisteus" e
os "árabes palestinos". Não há nenhuma verdade
sobre isso! Os filisteus foram um dos vários povos marítimos que
alcançaram a região mediterrânea oriental aproximadamente
em 1.250-1.100 a.e.C. Eles eram de fato uma amálgama de vários
grupos étnicos, principalmente de egeus e de origem do sudeste europeu
[a Grécia, Creta e Turquia Ocidental]... mas seguramente não são
de origem árabe! Esses filisteus não eram árabes... e nenhum
destes foi Golias! Os árabes da "Palestina" só são... árabes!
E estes árabes da "Palestina" têm tantas raízes
históricas com os antigos filisteus como Yasser Arafat tem com os esquimós!
Os antigos habitantes nativos da Palestina há muito tempo extinguiram-se
da face da terra. Cananeus, fenícios, e depois os filisteus, todos foram
dominados pelos israelitas antes de 1.060 a.e.C. A maioria dessas identidades
culturais foram completamente dissolvidas pela era neo-babilônica, ou,
no século 6º a.e.C. Os árabes não estavam na Palestina
até meados do 7º século e.C., mais de mil anos depois, após
1.300 anos de história judaica na Palestina. Árabes que viveram
mais tarde na Palestina nunca se desenvolveram, nem a terra, permanecendo nômades
e em estado quase primitivo.
Mesmo que a palavra "Palestina" não tenha nenhum significado
em árabe - toda palavra em árabe tem algum significado que deriva
do Alcorão, mas a palavra "Palestina" não tem. Se existe
algo. A palavra "Palestina" sempre foi associada com os judeus. Nos
anos que conduziram ao renascimento de Israel em 1948, os que falavam de "palestinos" estavam
se referindo quase sempre aos residentes judeus da região. Por exemplo,
o "Palestine Post" era um jornal diário judeu. A "Brigada
da Palestina [Regimento]" era exclusivamente composta de voluntários
judeus no Exército britânico. Na realidade, os líderes árabes
rejeitavam a noção da identidade de um "árabe palestino",
insistindo que a Palestina era somente uma parte da "Grande Síria".
O retorno a Sion
Um retorno através do tempo e do espaço à terra natal ancestral
A Terra de Israel nunca ficou desprovida dos judeus, ainda que algumas vezes
entre eles se contavam somente dezenas de milhares. Assim foi porque a terra
era virtualmente inabitável quando os judeus uma vez mais retornaram ao
seu direito à dádiva divina e se impuseram em retornar em massa
para a terra de seus antepassados (o Movimento Sionista) nos anos 1880. A retórica
boba sobre uma presença árabe massiva sendo assaltada por "invasores
judeus" é rapidamente dissipada por Mark Twain, que visitou a área
em 1867. De seu livro, "The Innocents Abroad" ("Os estrangeiros
inocentes")... Uma nação desolada cujo solo é rico
o suficiente, mas terminou completamente determinada por ervas daninhas... uma
expansão triste. E silenciosa... uma desolação....nós
nunca vimos um ser humano em toda a rota... quase não há árvores
ou arbustos em nenhum lugar. Até mesmo a oliveira e o cacto, esses amigos
constantes de uma terra inóspita, tinham quase abandonado o país".
Os judeus não deslocaram ninguém porque muito pouca gente que lá estava
de fato possuía terras. A maioria era de proprietários ausentes
que residiam em outros lugares. Outro fato quase não mencionado pelos "novos
historiadores" é que os judeus que chegavam nunca desalojaram ninguém
de qualquer terra. Toda a terra foi comprada legalmente dos donos originais...
tanto os "da própria Palestina" ou os de outro lugar. Além
disso, bom dinheiro foi pago por essa terra que, em muitos casos, estava despovoado
e dificilmente se poderia chamar de terra os pântanos e terrenos rochosos.
Só aproximadamente 120 mil árabes vivam então na área
agora compreendida entre o Estado de Israel, Jordânia e a "denominada" Margem
Ocidental [Judéia e Samária]. Por volta de 1890, o número
de judeus que tinham se instalado na Palestina alcançou 50.000 e, em 1907,
atingiu 100 mil. Em Jerusalém só os judeus somavam mais que 25.000,
sobre uma população total na cidade de 40.000 judeus, cristãos
e árabes. Os árabes, porém, constituíam maioria na área
rural escassamente povoada das imediações de Jerusalém.
Os primeiros judeus sionistas da Palestina eram pioneiros idealistas que chegaram
ao pré-estado de Israel com toda boa intenção de viver em
paz ao lado dos seus vizinhos árabes e de melhorar a qualidade de vida
dos habitantes da terra. Esses sionistas precursores (e depois os israelenses)
tinham tentado o desenvolvimento pacifico para o mútuo benefício
de judeus e árabes na terra. Mas desde o início a liderança árabe
sempre insistia no caminho de que a única solução era os
judeus caírem fora, mesmo que isso significasse a continuidade da pobreza
e da estagnação do lugar. Quando as exigências árabes
não eram acatadas, eles sempre recorriam à violência.
A grande maioria dos árabes foi para área da Palestina depois que
esses primeiros pioneiros sionistas começaram a drenar os pântanos
infestados de malária e reconstruíram a terra! Assim procedendo,
esses judeus criaram oportunidades econômicas e disponibilidades médicas
que atraíram os árabes dos territórios circunvizinhos e
até de terras mais distantes! Na realidade, mais de 90% dos árabes
migraram para lá nos últimos cem anos. A maioria dos árabes
da Palestina era de intrusos e colonizadores que vinham da Síria, Jordânia,
Egito, Iraque e outras áreas e simplesmente tomaram posse de pedaços
de terra. Tanto que são infundadas suas reivindicações que
estão lá desde "tempos imemoriais"! Estes árabes
vieram de tribos desorganizadas, com uma tradição de constantemente
aterrorizar um ao outro para tentar tomar a terra dos seus vizinhos. Muitos deles
eram marginalizados sociais e criminosos que não encontravam trabalho
em seus próprios países e por isso procuravam por sua melhor sorte
em qualquer lugar. Infelizmente, esses imigrantes árabes importaram para
a Terra Santa sua cultura da Idade Antiga de aterrorizar os vizinhos para tomar-lhes
a terra. Na realidade, os atuais "árabes palestinos" foram descobertos
por Arafat e sua OLP - agora "esterilizada" para AP, ou Autoridade
Palestina.
Enquanto os judeus de retorno chegavam altamente motivados para reconstruir a
terra, os árabes fervilhavam em inveja e ódio, pois lhes faltava
uma liderança a inspirá-los e motivá-los porque eram, na
verdade, estranhos históricos nessa terra! Ao contrário dos judeus,
esses árabes que imigraram para lá não tinham nenhuma ligação
afetiva ou recordações históricas com aquele lugar... essa
antiga terra dos judeus!
O problema real que está diante desses árabes hoje não é a
falta de uma pátria. A causa-raiz histórica do problema e frustração
deles é o fato que os países dos quais vieram não concordaram
em os aceitar de volta. Este é o motivo por que tantos deles vivem, até hoje,
em acampamentos de refugiados, em países árabes vizinhos, sem direitos
civis fundamentais necessários.
Conclusão: Não há nenhuma Palestina árabe histórica
produzida pelos árabes logo após 1948, e especialmente depois da
guerra árabe-israelense de junho de 1967! Numa entrevista ao jornal holandês
Trau (31 de março de 1977), Zahir Muhsein, membro do comitê executivo
da OLP disse: "O povo palestino não existe. A criação
de um Estado palestino é só um dos meios para continuar a nossa
luta contra o Estado de Israel e pela nossa unidade árabe. Hoje, na realidade,
não há nenhuma diferença entre jordanianos, palestinos,
sírios ou libaneses. Só por razões políticas e táticas é que
nós falamos hoje da existência de um povo palestino, uma vez que
o interesse nacional árabe exige que coloquemos a existência de
um povo palestino em oposição ao Sionismo.
Também tem havido uma "guerra conceitual" pela posse do termo "palestino" que
foi transferido para o que era considerando árabe antes de 1967. A "Palestina" sempre
foi sinônima de Eretz Israel e a Terra de Israel.
Sítios arqueológicos nos dias atuais continuam rendendo artefatos
com escrita hebraica, mas não algum texto fictício palestino ou árabe!
Os assim chamados "árabes palestinos" eram simplesmente então,
como são agora, árabes, sem nenhuma diferença cultural,
histórica ou étnica de outros árabes que vivem em quaisquer
dos 24 países árabes dos quais eles emigraram. A sugestão
de que os "palestinos" sejam algum subgrupo de árabes com sua
própria e única identidade é pura ficção!
Grande propaganda... , mas ainda pura ficção! E sem ter árabes
fazendo a lavagem cerebral geração após geração
para acreditar nessa balela histórica sobre algumas velhas ligações "árabes
palestinas" com a Terra Santa, a maioria poderia ter tido uma vida melhor
que a que têm agora, com muito menos matança e sofrimento para a
preocupação de todo o mundo.
Quando usamos a linguagem deles (i.e. "Margem Ocidental" em vez de
Judéia e Samária, "Territórios Ocupados" em vez
de Terras Liberadas, "palestino" em vez de árabe, "Haram
esh Sharif" em vez de Monte do Templo etc.), estamos permitindo que eles
definam os assuntos, criem ou torçam a história e controlem o debate.
Ganância, orgulho, inveja!
Os árabes e/ou muçulmanos de hoje controlam 24 nações...
99½ por cento do total da massa de terras do Oriente Médio, enquanto
Israel ocupa só ½ de um de por cento neste mesmo mapa. Mas isso
ainda é muita terra para os árabes desperdiçarem. Eles querem
tudo. Com que freqüência ouvimos o seu grito familiar: "nós
lutaremos até a nossa última gota de sangue pelo último
grão de areia!" E é essa no final das contas a razão
pela luta atual. E não importa quantas concessões de terra os israelenses
façam para poder trazer paz, nunca será bastante! Qualquer tratado
de paz entre Israel e o mundo árabe se revelou maléfico. O de 1993, "O
Acordo de Paz de Oslo" trouxe nada mais que homens-bomba suicidas a Israel.
Até mesmo os tratados de paz com o Egito e a Jordânia são
mantidos por um tênue fio e, se você ler o que publicam os jornais
controlados pelos seus governos, pensará que ainda estão em guerra
com Israel!
A difícil paz é possível?
Desde o momento em que os judeus restabeleceram sua soberania na antiga pátria,
eles procuravam uma paz genuína com todos os seus vizinhos. Infelizmente,
seus vizinhos não demonstraram querer compartilhar com eles de uma existência
pacífica. Eles, como Bin Ladin hoje, sentiram que têm uma necessidade
fervorosa de destruir o Estado judeu não-árabe e muçulmano
(e, por extensão, todos os governos não-árabes e muçulmanos
do mundo). A campanha árabe contra Israel não está baseada
em qualquer reclamação negociável, mas numa oposição
fundamental à existência da soberania judaica na qual eles só percebem
o Oriente Médio como sendo deles! A última intenção
dos árabes é diferenciar uma história judaica na Palestina...
e então eliminar Israel da face da Terra.
Quando a Organização da Liberação da Palestina (OLP)
foi formada em 1964, sua meta principal era a destruição de Israel.
Depois da guerra árabe-israelense de 1967, seu objetivo se subdividiu
em dois: Um deles (1), destruir Israel completamente (a mesma meta de antes de
1967); e (2) a criação de um estado árabe-palestino para
ser usado como plataforma da destruição de Israel. Estratégias
diferentes para um mesmo objetivo: Não um estado ao lado de Israel, mas
no lugar de Israel. É realmente simples!
Durante mais de 3.300 anos de história, Jerusalém foi capital só para
o povo judeu. Os judeus sempre viveram em Jerusalém, exceto quando foram
massacrados ou expulsos. Sempre houve, porém, uma presença judaica
ininterrupta em Jerusalém durante os últimos 1.600 anos. E desde
o início dos anos 1800 a população de Jerusalém foi
predominantemente judaica. Até mesmo quando os jordanianos capturaram
Jerusalém e a ocuparam de 1948-67, eles (os jordanianos) nunca procuraram
mudar para lá sua capital (em substituição a Amã)
nem fizeram dela a capital de todo o povo "árabe-palestino".
Mesmo durante os 19 anos da ocupação jordaniana da maior parte
de Jerusalém, os líderes de outros países árabes
quase nunca se incomodaram em visitar a cidade! Dos dois povos, só para
os judeus Jerusalém tem tido um significado especial! A realidade é que
Jerusalém nunca foi uma capital árabe e seu interesse nela só ocorreu
depois que os judeus a revitalizaram. Era uma cidade provinciana e empoeirada
que quase não tinha funções econômicas, sociais ou
políticas.
Outro mito em relação à Jerusalém e seu Monte do
Templo. O mito é aquele que Jerusalém é realmente uma cidade árabe
e que é um foco central do Islã. A verdade é que os árabes
expressavam interesse muito limitado no Monte do Templo antes de 1967, ano da
Guerra dos Seis Dias. Meca e Medina (ambas na Arábia Saudita) são
as cidades mais santas do Islã!
O Alcorão sagrado do Islã menciona Meca duas ou três vezes
(de forma implícita, mas não de fato escrita). Menciona Medina
cinco vezes. Nunca menciona Jerusalém e com razão boa. Não
há evidência histórica para sugerir que Maomé tenha
visitado Jerusalém! E se ele visitou Jerusalém, isso não
poderia ter sido seis anos após a sua morte. Então, a noção
de que Maomé ascendeu aos céus de uma pedra em Jerusalém
(o atual Domo da Rocha) é controvertida!
Uma coisa a mais sobre Jerusalém em geral e seu Monte do Templo em particular.
Jerusalém aparece na Bíblia judaica 669 vezes e Sion (que normalmente
significa Jerusalém, às vezes a Terra de Israel) 154 vezes, ou
823 vezes no total. A Bíblia cristã menciona Jerusalém 154
vezes e Sion 7 vezes. No total, no Velho Testamento (a Bíblia hebraica)
e no Novo Testamento, os termos "Judá" ou "Judéia" aparecem
877 vezes e "Samária" é citada em 123 ocasiões.
Mas num olhar mais acurado do Alcorão, descobre-se algo totalmente impressionante.
Os muçulmanos citam mais vezes os judeus que eles próprios! Veja
isto... o Alcorão menciona "Israel" [ou "Israelitas"]
47 vezes, "judeu" ou "judias" 26 vezes! Até mesmo "cristão" ou "os
cristãos" ganham 15 menções!
Muito bem, então talvez Maomé tenha esquecido de mencionar "Jerusalém".
Talvez ele também tenha se esquecido de mencionar o Haram-esh-Sharif,
o nome árabe para o Monte de Templo judaico. Talvez tenha sido uma omissão
honesta. A "Palestina" é mencionada no Alcorão. Certo?
Errado. "Palestina" e "palestino" em nenhuma parte serão
encontrados. Então por que esses assim denominados "árabe
palestinos" teriam raízes históricas antigas que de todo o
modo remetem para junho de 1967? Têm por isso os árabes, muçulmanos
ou "palestinos" antigas ligações religiosas ou físicas
com um único torrão de relva nos denominados "territórios
ocupados"?
De 1948 a 1967 quando Jerusalém Oriental e o Monte do Templo estavam "ocupados" por
forças jordanianas após a Guerra árabe-israelense de 1948-9,
a própria Jerusalém foi ignorada pelo mundo árabe. Nenhum
líder árabe lhe fez uma visita, nem mesmo para rezar na Mesquita
Al-Aqsa ou no Domo da Rocha (ambos situados no Monte de Templo judeu). Também é digno
de atenção que durante este período de 19 anos de ocupação
jordaniana judeus não eram permitidos lá... não que houvesse
muita coisa para eles verem, vez que os árabes destruíram 58 das
sinagogas judaicas de Jerusalém! Os árabes da Palestina colocavam
uma prioridade tão baixa em Jerusalém que mesmo a carta de fundação
da OLP, em 1964, na Convenção Nacional Palestina, não fez
nenhuma referência a tudo isto. Só quando os judeus recapturaram
a cidade depois da Guerra dos Seis Dias de 1967 (iniciada pelos árabes) é que,
de repente, no mundo árabe cresceu muito a paixão por Jerusalém!
Pode algum muçulmano no mundo produzir qualquer evidência crível
da ligação deles com este local santo, diferente do sonho de Maomé?
Acredite ou não, a única fonte para a reivindicação
dos muçulmanos por Jerusalém e o local do Templo Sagrado, é uma
menção no Alcorão de um sonho que Maomé teve sobre
um desconhecido "lugar muito distante". Mas este "lugar muito
distante" não é mencionado como sendo Jerusalém. Poderia
ser Jerusalém, mas também poderia ser um outro local qualquer...
Em verdade, as mesquitas do Domo da Rocha e Al-Aqsa são só duas
das centenas de milhares de mesquitas muçulmanas ao redor do mundo. Exceto
por estas duas mesquitas secundárias, a própria Jerusalém
não tem nenhum significado especial aos islâmicos, que têm
outras cidades sagradas (Meca e Medina). Na realidade há mais santuários
cristãos em Jerusalém que muçulmanos. Mas Jerusalém é a
mais importante e única cidade santa para os judeus.
Quando um judeu ora em qualquer lugar do mundo, ele se vira em direção
ao Monte de Templo em Jerusalém. Quando um muçulmano reza, mesmo
quando está em Jerusalém, vira-se para Meca, na Arábia Saudita.
Precisa-se de mais evidências?
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