Visão Judaica - Edição N° 29
:. Há mais de 6 anos jornalista insiste em erros sobre Israel .:

O jornalista Clóvis Rossi, um dos principais articulistas do jornal Folha de S. Paulo é o responsável por erros que vem insistindo em manter, apesar de já ter sido contatado para corrigi-los. O assunto não é recente e tampouco constitui novidade para aqueles que têm a saudável mania de acompanhar a mídia e perceber os erros que esta comete. Na verdade é um assunto que se arrasta há mais de seis anos sem que haja a devida correção.
Os erros básicos foram causados pela falta de uma pesquisa correta durante a elaboração de um artigo, aceitando o autor do texto, os primeiros dados que lhe caíram nas mãos como sendo verdadeiros. Trata-se de "Criação de Israel faz a Palestina explodir", artigo que o membro do conselho editor da Folha de S. Paulo, Clóvis Rossi, assinou em 23 de abril de 1998, naquele mesmo jornal.
Apenas nos quatro primeiros parágrafos do artigo, a quantidade de erros históricos e numéricos, aliados a uma indisfarçável intenção em colocar Israel como o "vilão da História" fazem do artigo uma peça exemplar de desinformação jornalística. E o que é pior: apoiado por um dos grandes jornais do País. O fato está sendo agora denunciado pelo site “De Olho na Mídia”, (www.deolhonamidia.com.br).
O artigo de Clóvis Rossi está também na Folhaonline, Arquivos da Folha, sobre os 50 anos de Israel, de 28 de abril de 1998. Ele simplesmente multiplicou por quatro o tamanho do Estado de Israel, registrando 89 mil quilômetros quadrados, no lugar dos corretos 20.700 km2.
O médico mineiro Marx Golgher, há anos tenta mostrar ao jornalista e ao ombudsman da Folha os erros cometidos, solicitando retificação, sem sucesso algum. Mas ao invés de corrigir imediatamente o engano, como deve fazer todo profissional de imprensa, Rossi preferiu romper relações com o médico em meio a insultos. Não obstante, Golgher continua sua luta pela correção, por parte da Folha de S. Paulo, da grotesca inflação do território israelense.
Onde Clovis Rossi conseguiu tamanho absurdo territorial para o pequeno Estado judeu, se os mais elementares livros de geografia, os mais simples mapas indicam ser quatro vezes menor do que ele registra em seu artigo? O tempo se encarregou de esclarecer: os 89 mil km2 de Israel são itens da propaganda árabe radical, fartamente sustentada por gordas verbas dos petrodólares, que encontrou pleno apoio de certos autores de “esquerda”. É o dado clássico utilizado para quem quer mostrar o “expansionismo” (?!) israelense. Não é apenas Clovis Rossi, que diz isso. Em pleno século 21, está também em livros didáticos como na “História Moderna e Contemporânea” de Alceu Pazzianato, 14ª edição, 2002. Na página 350 desse livro está registrado que Israel tem 89 mil km2, mas duas páginas adiante (pág. 352) o mapa de Israel mostra ter 20.700 km2...
O jornalista deve ter esquecido que Israel devolveu o deserto do Sinai ao Egito em 1982, depois do acordo de paz, retornando em 1998, às suas fronteiras com 20.700 km2. Os 89 mil km2 incluíam a península de Sinai devolvida há 22 anos, mas a fraude é mantida pela máquina de propaganda islamítica radical, e endossada cegamente por professores e jornalistas militantes da esquerda.
Dessa forma, milhões de alunos do ensino médio no Brasil, aprendem num dos livros didáticos mais utilizados no País, assim como milhões de leitores de um dos maiores jornais brasileiros passam a acreditar que os números falsos são os verdadeiros. É uma orquestração para enganar os brasileiros, induzindo-os a erros grosseiros, com o intuito de arrebanhá-los para causas políticas, tais como apoiar condenações a Israel.


 

 

 


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