Por: Yossi Groisseoign

Ahmadinejad, de novo, quer apagar Israel
Mais uma vez o presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, expressou o desejo de riscar Israel do mapa. No dia 5/10 sugeriu que os judeus se mudassem para a Europa, ou para as grandes porções de terra, como o Canadá e Alasca. "Israel viola a santidade dos profetas, insulta a dignidade humana e a democracia, e afirma não ter nada a ver com estes atos", declarou acrescentando: "Eles (Israel) se deram o luxo de cometer quaisquer crimes sob o pretexto do Holocausto. Até mesmo construíram prisões secretas na Europa... atacaram e impuseram sanções econômicas contra uma nação que não reconheceu oficialmente o regime sionista", vociferou, para em seguida dizer que a “criação do regime sionista, sua continuidade, sua existência e o apoio dos Estados Unidos a este regime são um insulto à dignidade humana e representam sua destruição”. Ahmadinejad mencionou que os sionistas (maneira pela qual chama os judeus) devem “se mudar totalmente para fora do Oriente Médio”. (Irna).

Político anti-Síria morre em atentado em Beirute
O legislador Antoine Ghanem, 64, membro do Partido Cristão Falange, morreu num atentado a bomba ocorrido em Sin el Fil, bairro cristão do leste de Beirute. O ataque matou ao menos outras seis pessoas e feriu outras 20. Ghanem é a oitava figura anti-Síria proeminente assassinada no país desde 2005. O assassinato de figuras anti-Síria começou com o do ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, que morreu em um atentado a bomba em 2005. No Líbano, grupos acusam a Síria de estar por trás destes atentados, acusação que o governo sírio nega. A morte de Hariri culminou em protestos que levaram à retirada síria do Líbano, após 30 anos de ocupação no país. Assim, em 2005, um governo liderado por políticos anti-Síria foi estabelecido. Desde então, o governo do primeiro-ministro Fuad Siniora, está em uma luta com a oposição, dominada pelo movimento radical islâmico Hezbolá apoiado pela Síria. Após o assassinato do parlamentar Walid Eido em junho, muitos legisladores tiveram de deixar o país e "tirar férias" por razões de segurança. Outros, que ficaram no Líbano, passaram a adotar medidas de segurança extremas. (Associated Press e CNN).

Teste químico mata sírios e iranianos
Dezenas de engenheiros iranianos e 15 militares sírios morreram num teste com arma de destruição em massa realizado em 23/7 na Síria. A equipe sírio-iraniana estava tentando montar uma ogiva química em um míssil Scud quando a explosão ocorreu, espalhando agentes químicos letais — incluindo o gás sarin — no local. De acordo com a instituição Global Security, a Síria não é signatária da Convenção de Armas Químicas (CWC), um acordo internacional que proíbe a produção, o estoque e o uso de armas químicas, e do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBT). A Síria teria começado a desenvolver armas químicas em 1973, pouco antes da guerra do Iom Kipur, contra Israel. Para a Global Security, Damasco tem um dos mais avançados programas de armas químicos no Oriente Médio. (Jane's Defence/Globo On-line).

Morreu Marcel Marceau
Morreu em Paris, aos 84 anos, Marcel Marceau, o artista mundialmente conhecido que reviveu a mímica. Judeu-francês, Marceau sobreviveu ao Holocausto trabalhando para a Resistência Francesa e protegendo crianças judias que deveriam ser deportadas para Auschwitz. Sua maior representação foi Chaplin, tendo inspirado jovens como Michael Jackson nos seus passos em "Moonwalker". Marceau apresentou-se em dezenas de países, quase até o final de seus dias, sem nunca ter perdido sua forma, seu estilo. Uma das mais marcantes peças de seu repertorio foi "Juventude, Maturidade,Velhice, Morte ", em que sem pronunciar uma só palavra, resumia o ciclo da vida humana em apenas alguns minutos. Marceau nasceu Marcel Mangel, em 1923, na cidade de Strasburg, França. Em 1944, seu pai foi deportado pelos nazistas para Auschwitz, onde foi assassinado. (Notícias da Rua Judaica).

Armamento nuclear?
Há duas semanas, o governo sírio acusou as forças israelenses de realizarem um ataque contra o país. Segundo o jornal The New York Times, os prováveis alvos eram esconderijos de armas, as quais Israel acredita que o Irã enviou através da Síria para chegar às mãos do grupo libanês Hezbolá. Entretanto, diversas outras agências noticiosas, informaram tratar-se de um ataque israelense bem sucedido para eliminar
material e equipamento nucelar que a Síria teria sigilosamente adquirido da Coréia do Norte. Comenta-se, inclusive, que ao serem apresentadas provas da atividade nuclear síria, a Casa Branca teria dado sinal verde para o ataque. O fato é que nem Israel, nem o governo sírio comentam nada a respeito. (Com agências).

Prefeito de Yeruham no Brasil
A convite do Fundo Comunitário, Amram Mitznam, ex-prefeito de Haifa, 3ª maior cidade de Israel, e atual prefeito de Yeruham, estará no Brasil, de 23 a 25 de outubro, participando de encontros com lideranças comunitárias e expondo seu plano de trabalho para Yeruham, município localizado a apenas 30 quilômetros de Beer Sheva, porção Sul de Israel. Yeruham foi fundada em 1951, e conta hoje com cerca de  9 mil habitantes, em sua maioria, novos imigrantes provenientes da África do Norte, ex-URSS e Índia, e cujas crianças necessitam de muita atenção. Assim, Mitznam vem empreendendo esforços para aprimorar o sistema educativo local, através do reforço à determinadas áreas do conhecimento, e também, vem lutando para preservar o meio ambiente com a construção de sistemas novos e modernos de saneamento, restauro do lago e para aproveitá-lo como um centro turístico. Pretende ainda, desenvolver projetos para fortalecer os recursos humanos e a infra-estrutura local. (Silvia Perlov).

Vêm aí as notas de plástico
São levíssimas, finas, dobram-se com facilidade, não desbotam e são difíceis de rasgar e de falsificar. São as notas de dinheiro de plástico. Em alguns países, como Austrália, Nova Zelândia e Hong Kong elas já circulam. Em Israel, as de 20 shekels começarão a circular em fevereiro de 2008. Se aprovadas, todas as notas serão trocadas num lapso de alguns poucos meses. Trata-se de um projeto a través do qual serão emitidos alguns milhões notas de 20 shekels de material muito mais seguro. O Banco Central de Israel está preparando também algumas marcas secretas que tornarão as notas ainda mais seguras. As atuais notas de papel se desgastam e estragam muito rapidamente, e custa muito caro a impressão de milhões de milhões de notas todos os anos, assim como também fica onerosa a destruição do papel-moeda retirado de circulação. O BC israelense assegura que a adoção das notas de plástico permitirá uma grande economia, já que não se estragam. Não haverá problema, por exemplo, se por um erro uma nota de plástico passar pela máquina de lavar roupa. Ninguém terá que colar pedaços para reconstruí-la, simplesmente porque a nota não se rompe.  (Yedioth Aharonot).

Hezbolá: até 3 mil foguetes por dia
O líder xiita do Hezbolá, Hassan Nasrallah afirmou que sua organização terrorista tem já a capacidade de lançar entre 1.000 e 3.000 foguetes por dia e que a Força Interina de Nações Unidas no Líbano (Finul) "não teria capacidade de deter seus homens" se decidisse atacar Israel. Nasrallah que fez estas declarações numa entrevista feita recentemente pela TV Dubai Satellite, declarou que o Hezbolá dispõe de "mais de 12.000 mísseis" e "mais de 20.000 foguetes". "E quando digo que temos 20.000 foguetes quer dizer que pode ser que tenhamos 30.000 ou 80.000 foguetes, ou talvez mais", assinalou para tentar confundir os israelenses. (Bilal/Webmaster/Europa Press).

Hezbolá 2
As declarações de Nasrallah foram recolhidas de uma página do Hezbolá na internet. Ele descatou que a “resistência é mais forte hoje que antes e que podemos combater melhor que no ano passado", acrescenta o wesite. "Ao ser perguntado se o Hezbolá teria capacidade de atacar os israelenses apesar da presença da força internacional no sul do Líbano, o secretário geral afirmou que o Hezbolá está situado nas localidades ao sul do rio Litani, procurando desmentir Israel que assegura que o Hezbolá está longe da fronteira", cita a página do grupo libanês. (Bilal Webmaster/Europa Press).