Por: Yossi Groisseoign
IWiesel para presidente de Israel
A rádio pública israelense divulgou que o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, estuda a candidatura de Eli Wiesel para ocupar o posto do atual presidente de Israel, Moshé Katsav. O chefe de Governo declarou que prefere que o futuro presidente do país, cujo cargo é quase simbólico, seja uma pessoa afastada do sistema político. Wiesel, de 78 anos e nascido na Romênia, é um sobrevivente do Holocausto e foi condecorado com o prêmio Nobel da Paz em 1986. Segundo o jornal Maariv, a maioria dos deputados do Partido Trabalhista apóia a candidatura do atual vice-primeiro-ministro, Shimon Peres.Katsav envolveu-se em escândalos sexuais e financeiros (Agências de notícias).
Katsav renuncia se for processado
O presidente de Israel, Moshe Katsav, renunciará caso o assessor jurídico do governo decida aceitar as recomendações feitas para processá-lo por uma longa série de delitos, entre eles duas acusações de estupro. "Acho que se esse é o caso, ele efetivamente renunciará", confirmou o advogado do presidente, Tzion Amir, em entrevista à rádio pública israelense, após tomar conhecimento de que a polícia recomendou a abertura de inquérito contra seu cliente. Segundo os investigadores, há provas suficientes para processar o presidente de Israel em pelo menos dois delitos de estupro, vários de agressão sexual e assédio, e outros de escutas telefônicas ilegais, obstrução à Justiça, violação da confiança e uma longa lista de delitos menores. (Agência Estado).
Israel entrega à ONU mapa das minas
Israel entregou à ONU os mapas da minas que colocou no sul do Líbano, uma das exigências do cessar fogo acordado pela ONU, que pôs fim à guerra entre o país e a milícia libanesa Hezbolá. Os mapas foram entregues pelo exército israelense às Forças de Paz durante um encontro entre generais libaneses e israelenses e o contingente da ONU, perto da cidade de Naqura. Os mapas foram repassadas para o Centro da ONU de Coordenação de Ação contra Minas do Sul do Líbano (MACCSL) e ao exército libanês para sua avaliação. Em duas ocasiões anteriores, Israel já havia feito isso, quando da retirada do País dos Cedros em 2000 e em 2004, como parte de uma troca de prisioneiros com o Hezbolá. (Associated Press).
Shimon Peres convida Assad
O vice primeiro-ministro Shimon Peres sugeriu ao presidente sírio Bashar al-Assad que vá a Jerusalém, se ele tiver mesmo sérias intenções quanto a negociar a paz com o Estado judeu. Assad havia declarado à BBC que estava pronto para o início de conversações, mas questionou se o governo do primeiro-ministro Ehud Olmert desejaria realmente ir em direção à paz. Shimon Peres afirmou que Assad deveria falar no Parlamento israelense, em Jerusalém e observou: “Se Assad dizer: `Estou indo para o Knesset’, quem o impediria?”. Posteriormente Assad recusou o convite de Peres, alegando que "o convite israelense é uma maneira de não enfrentar a paz”. (Reuters).
Mulher preside Suprema Corte
A juíza Dorit Beinisch é a primeira mulher a ocupar a presidência da Suprema Corte de Israel. Ela tem 64 anos, duas filhas e nasceu em Tel-Aviv. Completou seu serviço militar, chegando ao posto de primeiro-tenente; fez mestrado pela Universidade Hebraica de Jerusalém. Começou sua carreira atuando no escritório do Promotor Público, em 1970, e foi apontada Promotora Pública em 1989. Em 1995, foi eleita Juíza da Suprema Corte. (Câmara Brasil-Israel de Comércio e Indústria).
Israel condena teste nuclear
Juntando-se à comunidade internacional Israel condenou o teste nuclear da Coréia do Norte. Numa nota, o governo israelense diz que o teste foi um ato irresponsável e de provocação que poderia significar uma séria ameaça à estabilidade regional do nordeste da Ásia, como também à segurança global. E exortou a continuidade da moratória de testes nucleares, esperando que a Coréia do Norte pare qualquer ação que piore a situação. Israel também conclamou a comunidade internacional para implementar com firmeza as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, adotadas para lidar com as armas de destruição em massa e a ameaça de proliferação das mesmas. O primeiro-ministro Ehud Olmert deixou claro que os esforços diplomáticos para deter o programa nuclear do Irã estão sendo conduzidos pela comunidade internacional e que Israel apóia as medidas tomadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, incluindo a imposição de sanções ao Irã e a não aceitação das propostas que permitiriam o prosseguimento de seus planos nucleares.
(Embaixada de Israel)..
Síria continua a fornecer armas ao Hezbolá
Israel está acusando a Síria de continuar a contrabandear armas para os guerrilheiros do Hezbolá no Líbano, em flagrante violação ao cessar-fogo apoiado pela ONU, e disse que pode tomar ações militares se os embarques não pararem. "Vemos isso com grande severidade", disse o ministro da Defesa de Israel, Amir Peretz, no Parlamento, segundo um oficial de inteligência das Forças Armadas ouvido sobre os detalhes sobre o suposto contrabando. (Reuters).
Grupo racista é preso colando cartazes
Um grupo foi preso na zona sul de São Paulo colando cartazes racistas com críticas ao programa de cotas para negros nas universidades públicas. Três homens foram flagrados com material do grupo White Power São Paulo, que prega o racismo e a intolerância contra negros, judeus, nordestinos e gays. Os cartazes continham a seguinte inscrição: "Vestibulando branco. Hoje eles roubam sua vaga nas universidades públicas. E chamam isso de direitos iguais. Se você não agir agora, quem nos garante que eles não roubarão vagas nos concursos públicos? Devemos assegurar a existência de nossa raça e futuro de nossas crianças brancas". O material também simulava uma prova feita por um negro com respostas erradas e o carimbo de aprovado. Os presos, que não se dizem racistas, têm entre 26 e 34 anos de idade, foram acusados de crime de racismo e podem pegar de um a três anos de prisão. (Redação Terra).
Pichações racistas em cidades de São Paulo
Nas últimas semanas, muros e portões das cidades de Jundiaí, Várzea Paulista e Campo Limpo foram pichados com símbolos nazistas e frases ofensivas contra negros, homossexuais, judeus e nordestinos. Várzea Paulista foi a mais atingida. Com o objetivo de mobilizar toda a sociedade contra os atos neonazistas, ocorridos na cidade e na região, o governo municipal de realizou no dia 1º de novembro, uma reunião para discutir e organizar um ato público pela Igualdade, Tolerância e Paz.
(Correio Popular, de Campinas).
Achado filme sobre campo de concentração
Um filmagem feita num campo de concentração nazista da 2ª Guerra Mundial, no sul da Rússia, foi encontrada na Igreja Batista de Cullompton, na cidade de Devon, sudoeste da Inglaterra. Na fita, de dez minutos, os oficiais nazistas obrigam os presos a trabalharem enquanto eles tomam café. "Parece algo que alguém filmou para levar para casa e mostrar onde trabalhava", afirmou Elayne Hoskin, porta-voz da igreja, que não sabe como o filme foi parar lá. Segundo historiadores, trata-se de um filme diferente das filmagens feitas pelos nazistas com fins de propaganda do nazismo. O Arquivo de Televisão e Cinema analisa o filme com historiadores na Alemanha e na Rússia, enquanto tenta estabelecer como a fita chegou até a igreja, usada como base por tropas britânicas durante a 2ª Guerra Mundial. (Reuters).
Palestra convincente
O Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB), uma das mais conceituadas faculdades privadas do Distrito Federal, no dia 16/10 foi palco de palestra da embaixadora de Israel Tzipora Rimon seguido de debate para 230 alunos e professores pertencentes ao cursos de Relações Internacionais, Comunicação Institucional e Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Propaganda. A embaixadora falou sobre a história da constituição de Medinat Israel; conflitos árabes-palestinos contra Israel; Processo de Paz de Oslo (1993): avanços e recuos; terrorismo palestino (Hamas, Fatah, Jihad, etc) e fundamentalista islâmico Hezbolá patrocinado pelo Irã e Síria; as Colinas de Golã; Campanha do Líbano (2006), declarações anti-semitas de Mahmoud Ahmadinejad; o Programa Nuclear do Irã; a pacificação do Oriente Médio; o direito legítimo e natural de Israel de se defender das insídias do terrorismo internacional. (Professor Marcelo Walsh).
Governo lamenta mortes em Beit Hanoun
O Governo de Israel lamentou o incidente ocorrido na manhã do dia 8/11, em Beit Hanoun, na Faixa de Gaza, que resultou na morte de civis palestinos. O ministro de Defesa de Israel Amir Peretz ordenou que o incidente seja investigado imediatamente. Logo após o ocorrido, Israel providenciou o transporte imediato de todos os feridos a hospitais israelenses. Beit Hanoun é uma zona de risco, usada por terroristas para o lançamento de foguetes contra a população civil israelense. As Forças de Defesa de Israel (FDI) cumprem a missão de atacar apenas a infra-estrutura terrorista, fazendo todo o possível para evitar danos à população civil do país. Infelizmente, a população civil palestina é usada deliberadamente pelos terroristas como escudos humanos, o que causa incidentes como o daquele dia. (Embaixada de Israel)
Declaração de Tzipi Livni
A vice primeira ministra e ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni, fez a seguinte declaração ao início de sua reunião do dia 8/11 com o ministro das Relações Exteriores da Noruega, Jonas Gahr Stoere: ‘Israel saiu de Gaza para dar aos palestinos uma oportunidade de controlar o terrorismo e seguir com suas próprias vidas. Infelizmente, isso não aconteceu. Israel tem sofrido ataques constantes pelas organizações terroristas palestinas, através do lançamento indiscriminado de foguetes kassam contra os centros populacionais israelenses. Israel não deseja ferir pessoas inocentes, mas apenas defender seus cidadãos. Infelizmente, no curso da batalha, acontecem incidentes lamentáveis como o ocorrido na manhã do dia 8/11. As Missões Diplomáticas israelenses ao redor do mundo foram instruídas a explicar a posição israelense. (Embaixada de Israel no Brasil).
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