O
anti-semita Norberto Toedter
Acabei
de receber Visão Judaica, este excelente informativo
e gostaria de unir-me com esta mensagem às opiniões
sobre o destaque que o jornal O Estado do Paraná deu
ao revisionista, que só contribui para gerar mais ódio
e racismo neste nosso mundo já tão intolerante.
“A cadela que o pariu está no cio outra vez“.
Esta frase de aparência chula faz parte de uma das falas
do personagem principal da famosa peça Arturo Ui, do
teatrólogo Bertold Brecht - uma parábola do
nazismo que faz uma alusão ao renascimento das idéias
de Hitler.
Esta obra foi escrita em 1941 e hoje em pleno ano de 2003
estamos em trabalho de parto aliados à inseminação
artificial da intolerância e racismo.
Skinheads matam e torturam no Brasil e no mundo, sinagogas
são arrombadas e incendiadas; homens-bomba se lançam
em pizzarias e ônibus populares, matando dezenas de
inocentes, nazi-fascistas escrevem livros negando o Holocausto
e fazendo com que a memória de seis milhões
de pessoas que tiveram suas vidas ceifadas de forma cruel
e selvagem seja tripudiada
Como se não bastassem as “obras” do revisionista
Ellwanger, cujo crime de discriminação racial
ainda transita no STF, surge agora no cenário literário
nacional o paranaense de origem alemã Norberto Troedter
que com suas teses e estatísticas escreve em seu livro
E a Guerra Continua, - uma produção independente,
pois nenhuma editora quis bancar esta vil literatura —
que Hitler não passou de um ingênuo, como ingênuo
foi todo o povo alemão nas questões políticas
e militares. Em outro trecho do livro Troedter diz que “houve
sim perseguição de Hitler aos judeus, mas era
somente porque eles ocupavam todo os cargos e posições
estratégicas na Alemanha e sua intenção
era apenas acabar com esse domínio”. O que o
senhor Norberto não comenta, entretanto, é que
o meio mais eficaz para fazer isso era exterminando todos
os judeus com a operação chamada de Solução
Final.
E à medida que o tempo nos distancia do mais macabro
episódio da humanidade, que perdemos nossos sobreviventes-testemunhas
vivas das máquinas de morte do Terceiro Reich —
espaços vão se abrindo para os que tentam inverter
os papéis das vítimas, negam o Holocausto e
encontram respaldo na má-fé daqueles que apregoam
a liberdade de expressão. Corremos o risco de nos tornarmos
vilões de nossas próprias mazelas
Márcia
Cherman Sasson
Rio de Janeiro
Um novo leitor
Prezados Senhores,
Sou membro da Sociedade Israelita Brasileira Beth Jacob, de
Campinas, Estado de São Paulo. Tendo lido Visão
Judaica, gostaria de pedir-lhes a gentileza de recebê-la
pelo correio.
Sérgio
Rosvald Donaire
Campinas, São Paulo
Isac Nudelman
Aos
editores do jornal:
Congratulamo-nos
com Isac Nudelman pelos quatro anos de atuação
brilhante e competente à frente da entidade mantenedora
da Escola Israelita Brasileira Salomão Guelmann. Fazer
trabalho comunitário não é fácil,
exige dedicação, amor e até sacrifício
da vida pessoal e profissional. Mas ele soube enfrentar desafios
e com coragem conseguiu elevar o nome e o prestigio da querida
Escola Israelita.
Continue sua trajetória de vida com muito sucesso e
realizações.
Nosso muito obrigado. Kol Hacavod.
Na'Amat
Pioneiras
Centro Curitiba
Uma obra que cresce
Prezados
amigos:
É
uma alegria renovada a cada edição ver uma colaboração
minha pequena que seja no seu jornal, que dá prazer
de ler, além de (voltando a afirmar) ver a continuidade
e crescimento de uma obra que, sem ostentação,
congrega grandes escritores e artigos, lindíssimas
ilustrações, despertando interesse e admiração
de todos a quem mostro.
Mazal Tov!
Jane
Bichmacher de Glasman
Professora e escritora
Rio de Janeiro
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