Visão Judaica - Edição N° 21
:. Selo é mais uma prova das existência das câmaras de gás .:

Este selo foi emitido pela Polônia, onde funcionaram os campos de extermínio, e foi lançado em 29 de abril de 1946 comemorando um ano da data oficial da rendição do exército alemão. Neste dia, Hitler nomeia o Almirante Donitz como seu sucessor e casa-se com Eva Braun. No dia seguinte, a mata e comete suicídio. No selo "comemorativo" sobre o Campo de Extermínio de Majdanek, vê-se o campo; a data de seu funcionamento - 1941-1944; um soldado alemão com o capacete clássico representado como o esqueleto da morte despejando sobre o campo de extermínio de Majdanek o gás "Cyclon-B" (em polonês), que é o gás Zyklon-B que os revisionistas dizem que não existe, e na linha inferior a prova mais que concreta "Komory Gazowe" ("Câmaras de Gás").
A base do Revisionismo do Holocausto, estimulado pelos brasileiros Siegrfried Elwanger Castan, Norberto Toedter, pelo canadense Ernest Zundel, por e outros nos EUA, França e países árabes passa primeiro pela negação da existência campos de extermínio de judeus na Alemanha Nazista e a total falta de provas de que existiram câmaras de gás.
Castan escreveu um livro sobre isso chamado "Acabou o Gás". Este texto brasileiro é a base que todos os outros revisionistas do Holocausto usaram para adaptar suas próprias teorias malditas. Castan e os outros alegam que os depoimentos dos sobreviventes são falsos. Que os documentos alemães apreendidos na Segunda Guerra Mundial são falsos.
Que os depoimentos de carcereiros e carrascos da SS julgados e condenados na Alemanha do pós-guerra são falsos. Que as fotos e filmes de Auschwitz e dos outros campos, mesmo os dos arquivos alemães que documentavam para o Reich do Mil Anos, como aquela geração estava se livrando dos judeus e outros indesejáveis também são falsos.
Que as instalações ainda hoje conservadas e visitadas dos diversos campos de concentração são falsas ou interpretadas de forma errada. Ou seja: a base desse revisionismo nazista é dizer que tudo que você viu, leu e tocou não existe e é falso. Por isso não existiram câmaras de gás.
Numa coisa os revisionistas estão certos: não havia campos de extermínio na Alemanha. Quase todos foram montados na Polônia ocupada pelos nazistas e alguns nos outros países, também dominados. Na Alemanha ficavam os campos de trabalho escravo onde o trabalho e a sub alimentação era a pena de prisão perpétua, que terminava logo, com a morte por exaustão do trabalhador, substituído por outro.
E não foram só judeus. Franceses, poloneses, húngaros, italianos e outros foram forçados a trabalhar até a morte nos campos alemães junto às fábricas de armamentos e equipamentos militares.
Só que nós encontramos uma prova da existência das câmaras de gás. Uma que os revisionistas não viram. Uma que os historiadores judeus não perceberam, mas que de hoje em diante precisa ser incorporada na memória coletiva do povo judeu e no combate ao nazismo.
É um simples selo postal, como outros às centenas emitidos pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, enaltecendo seus soldados, suas tradições e sua população. Os selos existem e contam a verdade. Este aqui vale no mercado internacional algo em torno de 10 reais, ou seja, não vale nada. Mas a história que conta é a prova que infames como Castan dizem que não existe!
Este selo foi emitido pela Polônia, onde funcionaram os campos de extermínio e foi lançado em 29 de abril de 1946 comemorando a data oficial da rendição do exército alemão.
No selo "comemorativo" sobre o Campo de Extermínio de Majdanek, vê-se o campo; a data de seu funcionamento - 1941-1944; um soldado alemão com o capacete clássico representado como o esqueleto da morte despejando sobre Majdanek o gás "Cyclon-B" (em polonês), que é o gás Zyklon-B que os revisionistas dizem que não existe e na linha inferior a prova mais que concreta "KOMORY GAZOWE" que nem precisa traduzir do polonês para se saber que é "Câmaras de Gás"!

A tradução correta dos termos é:
Majdanek Oboz Smierce = Campo de Morte de Majdanek
Laznie i Komory Gazowe = Compartimentos da Câmara de Gás (as edificações com as chaminés)

 

 

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