Este selo foi emitido pela Polônia,
onde funcionaram os campos de extermínio, e foi lançado
em 29 de abril de 1946 comemorando um ano da data oficial da rendição
do exército alemão. Neste dia, Hitler nomeia o Almirante
Donitz como seu sucessor e casa-se com Eva Braun. No dia seguinte,
a mata e comete suicídio. No selo "comemorativo"
sobre o Campo de Extermínio de Majdanek, vê-se o
campo; a data de seu funcionamento - 1941-1944; um soldado alemão
com o capacete clássico representado como o esqueleto da
morte despejando sobre o campo de extermínio de Majdanek
o gás "Cyclon-B" (em polonês), que é
o gás Zyklon-B que os revisionistas dizem que não
existe, e na linha inferior a prova mais que concreta "Komory
Gazowe" ("Câmaras de Gás").
A base do Revisionismo do Holocausto, estimulado pelos brasileiros
Siegrfried Elwanger Castan, Norberto Toedter, pelo canadense Ernest
Zundel, por e outros nos EUA, França e países árabes
passa primeiro pela negação da existência
campos de extermínio de judeus na Alemanha Nazista e a
total falta de provas de que existiram câmaras de gás.
Castan escreveu um livro sobre isso chamado "Acabou o Gás".
Este texto brasileiro é a base que todos os outros revisionistas
do Holocausto usaram para adaptar suas próprias teorias
malditas. Castan e os outros alegam que os depoimentos dos sobreviventes
são falsos. Que os documentos alemães apreendidos
na Segunda Guerra Mundial são falsos.
Que os depoimentos de carcereiros e carrascos da SS julgados e
condenados na Alemanha do pós-guerra são falsos.
Que as fotos e filmes de Auschwitz e dos outros campos, mesmo
os dos arquivos alemães que documentavam para o Reich do
Mil Anos, como aquela geração estava se livrando
dos judeus e outros indesejáveis também são
falsos.
Que as instalações ainda hoje conservadas e visitadas
dos diversos campos de concentração são falsas
ou interpretadas de forma errada. Ou seja: a base desse revisionismo
nazista é dizer que tudo que você viu, leu e tocou
não existe e é falso. Por isso não existiram
câmaras de gás.
Numa coisa os revisionistas estão certos: não havia
campos de extermínio na Alemanha. Quase todos foram montados
na Polônia ocupada pelos nazistas e alguns nos outros países,
também dominados. Na Alemanha ficavam os campos de trabalho
escravo onde o trabalho e a sub alimentação era
a pena de prisão perpétua, que terminava logo, com
a morte por exaustão do trabalhador, substituído
por outro.
E não foram só judeus. Franceses, poloneses, húngaros,
italianos e outros foram forçados a trabalhar até
a morte nos campos alemães junto às fábricas
de armamentos e equipamentos militares.
Só que nós encontramos uma prova da existência
das câmaras de gás. Uma que os revisionistas não
viram. Uma que os historiadores judeus não perceberam,
mas que de hoje em diante precisa ser incorporada na memória
coletiva do povo judeu e no combate ao nazismo.
É um simples selo postal, como outros às centenas
emitidos pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, enaltecendo
seus soldados, suas tradições e sua população.
Os selos existem e contam a verdade. Este aqui vale no mercado
internacional algo em torno de 10 reais, ou seja, não vale
nada. Mas a história que conta é a prova que infames
como Castan dizem que não existe!
Este selo foi emitido pela Polônia, onde funcionaram os
campos de extermínio e foi lançado em 29 de abril
de 1946 comemorando a data oficial da rendição do
exército alemão.
No selo "comemorativo" sobre o Campo de Extermínio
de Majdanek, vê-se o campo; a data de seu funcionamento
- 1941-1944; um soldado alemão com o capacete clássico
representado como o esqueleto da morte despejando sobre Majdanek
o gás "Cyclon-B" (em polonês), que é
o gás Zyklon-B que os revisionistas dizem que não
existe e na linha inferior a prova mais que concreta "KOMORY
GAZOWE" que nem precisa traduzir do polonês para se
saber que é "Câmaras de Gás"!
A tradução correta dos termos
é:
Majdanek Oboz Smierce = Campo de Morte de Majdanek
Laznie i Komory Gazowe = Compartimentos da Câmara de Gás
(as edificações com as chaminés)