Por: Sergio Alberto Feldman
Este artigo é dedicado ao
intelectual judeu curitibano Chaim Israel Jungend (Xuxe) a quem
devoto respeito e admiração.
Durante os últimos dois anos
fizemos um levantamento das entidades judaicas de orientação
progressista (leia-se socialista) no Brasil, a partir dos anos
30 até a revolução de 1964. Em Curitiba fizemos
algumas entrevistas com simpatizantes e militantes destas organizações,
de maneira limitada e parcial, que tentaremos descrever de forma
sucinta neste breve artigo .
Origens
Os imigrantes judeus trouxeram da Europa uma bagagem cultural
específica de sua etnicidade. A cultura judaica enraizada
na Europa Oriental (Polônia, Rússia e redondezas)
tinha características bem definidas: era escrita e falada
em língua idish. O iídiche (ou idish) é originário
de Ashkenaz (Alemanha medieval), de onde migraram os judeus poloneses
durante a Baixa Idade Média. Utiliza-se de caracteres hebraicos,
mas com muitas semelhanças com o alemão. Sofreu
a influência do meio e possui palavras de origem eslava.
No século XIX e início do século XX, surgira
uma vasta literatura popular em idish, um teatro de enorme vigor
e criatividade que se propagou entre as massas judaicas pauperizadas
do judaísmo ashkenazi do Império Russo, que anexara
a Polônia. A perseguição do czarismo aos seus
súditos judeus, somada à conjuntura social da industrialização
russa na segunda metade do século XIX, feita de cima para
baixo, criaram uma crise profunda e um agudo empobrecimento das
massas judaicas na região. Isso levou os judeus a buscarem
saídas para a crise. Salientaríamos três principais:
a) imigrar para países do ocidente (América em especial);
b) optar pelo caminho do Sionismo (criar um estado judaico independente
ou autônomo); c) participar dos movimentos de emancipação
das massas oprimidas (via revolucionária). O Czarismo não
deixava uma opção de emancipação,
como a obtida nos países do ocidente europeu.
O movimento operário judaico que mais se salientou e de
certa maneira, seria o modelo da terceira opção,
seria o Bund. Um misto de sindicato e de partido operário
debateu e confrontou com suas teses a cúpula da social
democracia russa. O ponto central do atrito ideológico
seria a questão da identidade nacional, da cultura e língua
na formação da cultura proletária. O Bund
se recusava aceitar que isso era um tema secundário, na
luta de classes. Os líderes bundistas mantiveram polêmicas
acirradas e debates de alto nível com os grandes teóricos
do socialismo russo: Lênin, Stálin e Trotsky são
alguns deles. Sofreram críticas e foram acusados de se
desviar da luta do socialismo internacional e de se separar do
resto do proletariado. Uma parte dos imigrantes judeus que chegaram
ao Brasil e especificamente a Curitiba conviveu de alguma maneira
com a ideologia socialista nas mais diversas entidades judaicas
e dentro de uma diversidade teórica bem ampla. Alguns militaram
no PC de seus países. Outros foram membros de sindicatos
operários. Um grupo relativamente importante participou
de movimentos e partidos de orientação sionista
socialista, que inspirados em teóricos como Dov Ber Borochov,
propunham a solução da "questão judaica"
através da criação de um estado nacional
judaico, dentro do qual se efetivaria a luta de classes, que levaria
a instauração de um regime socialista. De certa
maneira podemos afirmar que se tratava da "idéia messiânica
judaica" secularizada. Era o encontro do socialismo com o
judaísmo.
O IKUF e as sociedades progressistas
A União Soviética incorporou o Bund ao PCUS e tratou
de incentivar seus cidadãos judeus a participar do projeto
soviético. Tendo dentro de seus quadros inúmeros
judeus, inclusive na alta cúpula do PC soviético.
Personagens de importância como Trotsky, Zinoviev, Kamenev,
Radek e Litvinov, eram de origem judaica. Para estimular os judeus,
foi criada a seção judaica do PCUS: a Yevsektzia.
Nos anos vinte, foi proposta a criação de uma região
autônoma judaica, na parte sul da Sibéria, denominada
Birobidjão. O estímulo à cultura em língua
idish, passa a ser uma das bandeiras do stalinismo no início
dos anos trinta. Com a ascensão do nazismo (1933), o Comintern
(Internacional Comunista) lança a política de Frentes
Populares. Esse movimento consegue unir-se com as forças
democráticas e eleger uma coalizão de centro esquerda
na França e na Espanha (1936). Dentro deste contexto de
diálogo e busca de apoio e alianças, para aproximar
as forças "progressistas" do mundo à União
Soviética - foi criado o IKUF. Esta sigla significa Idishe
Kultur Farband ou Associação de Cultura Judaica.
E denomina um agrupamento judaico filosoviético, criado
por ievseques franceses. O IKUF se expandirá pelo mundo.
Alguns dos judeus que imigram da Europa Oriental e chegam ao Brasil,
trazem estas idéias socialistas e um passado de militância,
se tornando fundadores de agrupamentos de orientação
esquerdista e pró-soviética. Serão as filiais
do IKUF, as sociedades progressistas. Em São Paulo surge
o Yungend Club que mais tarde se transformará na Casa do
Povo e no ICIB (Instituto Cultural Israelita Brasileiro), que
ainda existe, mas tem atuação limitada. No Rio de
Janeiro, a Biblioteca Scholem Aleichem fundada em 1914, origina
uma instituição progressista denominada ASA (Associação
Scholem Aleichem). Em Belo Horizonte surge nos anos trinta, o
Peretz Center, de orientação progressista. Anos
mais tarde a União Israelita de Belo Horizonte se tornará
uma entidade progressista. Escolas judaicas de orientação
semelhante surgirão na mesma época e terão
continuidade por algumas décadas. Todas esta entidades
serão filiais do IKUF. São defensoras da cultura
em língua idish, simpáticas à causa soviética,
e bastante críticas ao sionismo e aos rumos do Estado de
Israel, que ora apóiam, mas geralmente se opõem.
Uma parcela de seus membros milita no PCB, mas é difícil
precisar estes números.
Os judeus progressistas em Curitiba
A existência de judeus progressistas em Curitiba é
percebida pelo menos desde os anos trinta. Apenas nos anos cinqüenta
se organizam de maneira institucionalizada. Inicialmente freqüentam
o Centro Israelita do Paraná (CIP), mas adotam uma postura
crítica à postura da comunidade de não se
posicionar de maneira atuante diante dos problemas políticos
e sociais do Brasil, para não gerar animosidade das autoridades.
Uma de nossas entrevistadas, Guitale Troib Paciornik 2, nasceu
na Polônia em 1917. De acordo às suas palavras, ela
se identifica dizendo: "Eu nasci quase junto com a Revolução
de Outubro" . Seus pais eram judeus praticantes. O pai era
ortodoxo e freqüentava a sinagoga. Guitale freqüentou
uma escola hebraica na Polônia (Tarbut), mas era defensora
da cultura idish, na qual obteve sua magnífica cultura.
Leu os clássicos russos, e a maior parte da literatura
universal que conhecia em língua idish. Militou no movimento
sionista socialista Hashomer Hatzair, e quase imigrou para Israel.
Ao mudar-se para o Brasil, se dirigiu com toda a família
para Curitiba, aonde conheciam a família Paciornik e Roitemberg.
Esse pequeno núcleo de famílias que os ajudou era
composto por simpatizantes das idéias socialistas, na sua
maioria. Isso antes de 1939. Esse núcleo, nas palavras
de Guitale, catalisou muitas críticas do restante da comunidade
judaica local. O clima interno das comunidades judaicas no Brasil
era de profunda preocupação. O Estado Novo demonstrava
sua xenofobia em relação a inúmeras etnias,
mas os judeus estavam entre as mais segregadas. Com foi citado
e demonstrado por diversos autores o anti-semitismo confundia-se
com xenofobia, particularmente entre os membros da elite intelectual
e os políticos, cada vez mais perturbados pelo fantasma
do internacionalismo
de influência marxista . Segundo Lesser, a junção
dos judeus e do comunismo na mente dos intelectuais e dos políticos
brasileiros, foi estimulada pelas prisões de Olga Benário
e Arthur Erwet (Harry Berger) - judeus e comunistas . A paranóia
se refletiu na legislação imigratória antijudaica
que foi descrita na obra de Lesser e de Tucci Carneiro . Mas também
num cerco policial e numa intensa vigilância à comunidade
judaica. Alguns de nossos entrevistados ainda refletem esse medo,
nas suas palavras e no receio de "falar demais". Esse
medo, somado as diferenças ideológicas, acabou por
dividir a comunidade judaica de Curitiba em duas alas: a comunidade
(CIP) e os Roite (vermelhos). A tensão segue latente, muitas
décadas depois, pelo que pudemos perceber nas entrevistas
realizadas no final da década de 90. Geny Aisenberg relata
as discussões entre seu já falecido pai e o sr.
Isaac Jugend. O sr. Isaac era o dono da Relojoaria Progresso,
deixando patente suas convicções políticas.
Geny relata com certo humor: "Sendo um deles cardíaco
e o outro com pressão alta, era preciso que seus filhos
os recolhessem logo, pois quando a discussão se acendia,
começavam a passar mal". Mas nem sempre a discussão
era permitida. Nos anos cinqüenta, ocorreu a cisão
definitiva. Segundo aquilo que a dra. Célia Paciornik Galbinsky
declara: "Uma ocasião, vinha para Curitiba um jornalista
uruguaio chamado Kulick, que se dizia simpatizante do comunismo.
Queria dar uma conferência para a coletividade. Mas o medo
de sermos taxados de comunas, o que na época não
era aconselhável, fez com que a diretoria do Centro (CIP)
recusasse a presença do conferencista" . De acordo
com a mesma fonte, se iniciou um movimento pela aquisição
de uma nova sede "...onde cada um possa falar e se manifestar
livremente. foi então, que nasceu a SOCIB, que por muitos
anos abrigou os dissidentes da colônia" . A SOCIB -
cultura e dissidência
O resultado deste conflito foi a criação de uma
sociedade judaica progressista em Curitiba. Fundada em abril de
1953, a Sociedade Cultural Israelita Brasileira do Paraná
(SOCIB) teve uma curta e criativa existência. Mantendo-se
fiel aos seus princípios, defendeu a manutenção
da língua idish. Sua primeira sede foi na rua Voluntários
da Pátria, mas através de coletas adquiriram uma
sede própria na rua Ângelo Sampaio, 1585. A razão
de ser da SOCIB foi a cultura judaica em língua idish.
Na liderança intelectual da entidade, se destacou o sr.
Chaim Israel Jugend (apelidado de Xuxe). Sob a liderança
de Xuxe, a SOCIB promoveu diversos eventos culturais. Podemos
salientar o Coral da SOCIB e as montagens teatrais. O Coral iniciou
suas atividades em 1954, finalizando o mesmo ano com uma apresentação
no teatro Guaíra. Em 1957 se apresentou em Porto Alegre
no Clube da Cultura, uma entidade progressista. Mesmo sendo crítico
ao estado sionista, participou das celebrações do
décimo aniversário do Estado de Israel (1958). O
auge das atividades do Coral do SOCIB foi a opereta Achashverus,
em cinco atos, apresentada no Guaíra em 8 de dezembro de
1959 . O maestro e "alma" do Coral era um judeu tradicional
não progressista denominado Abrão Altgauzen. Ele
era dono de uma gráfica e exercia a função
de cantor ritual da sinagoga (chazan), tendo celebrado casamentos
e diversas cerimônias e ritos de passagem. Numa evidente
demonstração da convivência de idéias
e de tolerância às diferenças, o sr. Altgauzen
(pronuncia-se Althoizn) era respeitado por todos os setores da
comunidade de Curitiba. Nas palavras de Xuxe: "Apesar da
SOCIB ser de esquerda e sem nenhuma motivação religiosa,
isto não importava para o chazan e maestro Althoizn".
Mas ele era uma exceção. A grande maioria dos judeus
não progressistas boicotava a SOCIB e mantinha distância
dos "outros". A exceção era em alguns
eventos culturais: "... evidentemente os sionistas não
a freqüentavam, mas faziam questão de estar presentes
em todas as atividades culturais" . A ex-secretária
da SOCIB, Guita Arszyn relatou que nos anos cinqüenta foi
apresentado um programa semanal de rádio - A Hora Israelita
Brasileira. De acordo com sua memória, este programa foi
ao ar entre 1956 e 1962. Além do Xuxe, participavam Clara
e Regina Roitemberg, Henrique Borovsky e outros. Trechos em idish
eram lidos, músicas e notícias eram apresentadas
através da Rádio Emissora Paranaense e no final
na Rádio Colombo .
A SOCIB era parte de uma rede de entidades progressistas. Participava
ativamente da edição de um jornal nacional em língua
idish, o Undzer Shtime (Nossa Voz). Havia um núcleo do
IKUF que era uma espécie de Federação de
Entidades Progressistas. Uma escola progressista teve breve duração,
e se limitou a oferecer estudos complementares de língua
e cultura idish, para crianças que não freqüentavam
a escola israelita .
Idealismo e conflito
Alguns membros da SOCIB se envolveram com atividades clandestinas
ligadas ao PCB. De acordo com o depoimento de seus familiares,
a repressão os atingiu: alguns foram presos, torturados
e suas famílias vigiadas. Entre os depoentes entrevistados
temos a esposa e a filha de Jacob Schmidt, a ex-esposa de Berek
Kriger (Rosinha) e a sra. Raquel Fainer. Os maridos freqüentaram
a SOCIB e militaram ou apoiaram o PC em algum momento de suas
vidas. O cotidiano destas famílias foi repleto de momentos
difíceis. Prisões, desaparecimento(s) e falta de
notícias. Jacob Schmidt foi preso em duas ocasiões.
Ele se identificou com o PC pela militância antinazista
do mesmo. Durante o Estado Novo permaneceu durante dois anos na
prisão (1937-1939). Tendo sido gráfico, e mais tarde
dono de uma pequena gráfica, deve ter auxiliado a propaganda
do PC. A esposa e a filha negaram esse uso da gráfica,
mas membros da comunidade confirmaram tal apoio. Após muitos
anos, em 1975, Jacob foi seqüestrado, na porta de casa. Sua
esposa Lea lembra: "Foi seqüestrado no portão...
Ele saiu e não voltou mais... e onze dias nós não
sabíamos onde que ele estava" . Jacob permaneceu 49
dias preso. Na mesma ocasião prenderam também Berek
Kriger. Recentemente Berek faleceu, e não conseguimos entrevistá-lo.
Sua ex-esposa Rosinha nos fez um breve depoimento e criticou a
paranóia reinante no poder: "Os militares eram paranóicos,
quando faziam interrogatório, eles tinham binóculos
e procuravam comunistas até debaixo da cama. Os presos
foram torturados, maltratados e todos eram considerados elementos
perigosos mesmo os que apenas possuíam idéias socialistas"
. Ela própria teve dificuldades para se matricular na faculdade,
pois sendo esposa de um preso político não conseguia
atestado de antecedentes. A impressão que fica era que
mesmo estes judeus militantes não eram grandes figuras
na clandestinidade. Alguns judeus também foram presos e
interrogados, mesmo sendo anticomunistas e adversários
da SOCIB. O renomado Salomão Guelmann, que deu o nome a
Escola Israelita de Curitiba, chegou a ser detido e interrogado
durante o Estado Novo. Devido a isso, a comunidade judaica reagia
com certo receio, ora apoiando os presos políticos judeus
e tentando ajudar e ora discriminando e isolando seus dissidentes
e suas famílias. Não houve uma atitude oficial,
mas o repúdio da comunidade era bastante perceptível
para os membros das famílias. Não houve casos constatados
de delação entre membros da comunidade. Mas vale
lembrar que a maioria absoluta dos membros da SOCIB não
era composta por militantes do PCB e muitos nem advogavam idéias
socialistas. Mesmo tendo uma liderança que defendia idéias
e ideais progressistas, os membros da SOCIB eram atraídos
pela cultura judaica. A SOCIB não se engajou na luta política,
nem se filiou ao PCB.
Conclusões parciais
Os imigrantes judeus trouxeram consigo muitos dos ideais políticos
e concepções ideológicas vigentes na Europa
Oriental, de onde provinha a maioria dos judeus que se estabeleceram
em Curitiba no século XX. As duas correntes mais importantes
que se organizaram, foram os sionistas e os progressistas. Os
conflito entre as duas se tornou acentuado em alguns pontos: atuação
na realidade brasileira e a posição em relação
ao Sionismo e Israel. Os progressistas foram muito críticos
ao Sionismo e ao jovem Estado. Mas advogavam uma atuação
política direta na realidade (pelo menos na teoria). Já
os demais apoiavam Israel de maneira pouco crítica e se
abstinham de criticar o governo brasileiro, e regional para não
correr o risco de retaliações e repressão.
Fosse qual fosse o governo, convinha estar sempre bem com as autoridades.
Nas palavras de um ativista respeitado da comunidade, o pecado
capital dos progressistas seria Sinat Tzion (o ódio a Sion),
ou seja, a falta de engajamento e apoio à causa da criação
e manutenção do Estado de Israel . De certa maneira
esta crítica esquece apenas de lembrar que a postura dos
progressistas incomodava a comunidade por ser alheia a posição
tradicional das comunidades judaicas através dos séculos
de história de não se chocar com o poder constituído.
A versão laica do messianismo judaico construiu uma utopia
que se revelou perigosa e contraditória, ameaçando
a estabilidade e a segurança interna das comunidades judaicas.
Este era o caso da SOCIB, que foi discriminado e exorcizado, até
seu desaparecimento em 1964. A reflexão final: o prédio
da SOCIB foi doado à APAE. Acaba a dissidência, mas
permanece a intolerância. Os membros da SOCIB se dispersam,
mas o preconceito contra eles permanece enraizado na comunidade
judaica até o final do século XX.
Notas:
Artigo publicado na Revista de Historia Regional da UEPG (Ponta
Grossa).
2 PACIORNIK, G. T., Entrevista concedida a Sergio A Feldman. Curitiba,
março de 1998.
3 LEVINE, R. The Vargas Regime: the critical years (1934-1938).
Nova York: Columbia University Press, 1970, p.21
4 LESSER, J. O Brasil e a questão judaica. Rio de Janeiro:
Imago, 1995, p.159.
5 TUCCI CARNEIRO, M. L. Anti-semitismo na era Vargas. 2.ed. São
Paulo: Brasiliense, 1995
6 GALBINSKY, C. P. Recordar é viver. In: Macabeu, n. 199,
outubro de 1999. p. 60
7 id., ibid.
8 SOMMER, J. Homenagem a meu zeide, maestro e hazan: Abrão
Altgauzen.Curitiba: edição do autor, 1998, p. 20-21.
9 Id., ibid, loc.cit.
O ARSZYN, G. Entrevista concedida a Sergio A Feldman via e mail.
Rio de Janeiro, fevereiro de 2001.
FAINER, R. Entrevista concedida a Sergio A Feldman. Curitiba,
setembro de 2000.
2 SCHMIDT, S. e L. Entrevista concedida a Sergio A Feldman. Curitiba,
março de 1999.
3 KRIEGER, R. Entrevista concedida a Sergio A Feldman. Curitiba,
dezembro de 2000
4 KULISCH, M. Entrevista concedida a Sergio A Feldman. Curitiba,
novembro de 2000
Referências bibliográficas
BRIK, M. Internacional Socialista. In: Macabeu, n. 118, Curitiba,
abril de 1999.
GALBINSKY, C. P. Recordar é viver. In: Macabeu, n. 119,
Curitiba, outubro de 1999.
LEVINE, R. The Vargas Regime: the critical years (1934-1938).
Nova York: Columbia University Press, 1970.
LESSER, J. O Brasil e a questão judaica. Rio de Janeiro:
Imago, 1995.
SOMMER, J. Homenagem a meu zeide, maestro e hazan: Abrão
Altgauzen.Curitiba: edição do autor, 1998.
TUCCI CARNEIRO, M. L. O anti-semitismo na era Vargas. 2. ed.,
São Paulo: Brasiliense, 1995.
ZINDELUK, J. Momentos do teatro. In: Macabeu, n. 116, Curitiba,
agosto de 1997.