O terrorismo está se explodindo a si mesmo
Por: Edda Bergmann*

Sem valores a não ser seus imbecis admiradores de fundo de quintal do gênero humano está fadado a ser o maior desastre internacional do Século XXI.

O vale tudo em relação ao vale nada. O tudo pelo nada. Cada um o entende como quiser na imbecilidade dos pensamentos de cérebros retardados e fechados para o valor da vida humana no Planeta Terra.

Essa vida que vai resistir, que vai voltar a coordenar o mundo, as sensações, os valores, as necessidades de atitudes coerentes, carinhosas, carismáticas e antes de tudo e de mais nada da sobrevivência.

O terrorismo é o braço histórico da amoralidade sobre a face da Terra, é uma amoralidade de vida doentia. Seus adeptos e motivadores não são deste mundo, mas criaturas nefastas, das brumas das paixões humanas insatisfeitas e incapazes de viver em sociedade.

Seria exatamente como querer trazer um Hitler à razão.

São filigranas metafísicas do mal enraizadas em determinados seres humanos a partir de tendências que não definem uma humanidade.

Mas o problema é outro “se demorou tempo demais para chegar à conclusão de que Hitler não era normal e está se demorando mais ainda para se chegar à conclusão da anormalidade do terrorismo, seja ele qual for, de que lado for, de que caminho for, de que espécie, geração ou retrocesso psíquico e mental às cavernas ou aos princípios idealizadores do Islã tribal e antagônico ao mundo”.

Está esgotado, está acabado, é hora de reconhecer alto e bom tom a falência e o fracasso humano do terrorismo islâmico na face da Terra, a partir para a sua destruição total e global.

Nos movimentos mais escabrosos de existência, nos momentos mais terríveis em que as atitudes de preservação da espécie humana devem ser tomadas, elas surgem, se estabilizam, se classificam e agem em cooperação e compasso com o mundo.

Se temos um D-us, se somos criaturas divinas, se somos feitos à sua imagem e semelhança temos os recursos vitais e morais para reagir. Mas o que não se pode é continuar nessa linha de dominação do planeta Terra.
Discutir se a Jihad tem algo de cabível é uma perda de tempo, discutir virgens celestiais ou coisas parecidas já era, pertence ao passado.

Neste momento de tomada de posição é preciso pensar na vida e não na morte. Na valentia da vida, em seus valores presentes e abstratos, em seus significados, em seu discurso e caminhos. No bem, no bom, no melhor, no mais adequado, no mais coerente, no que dá sentido a todas as coisas e não o tira delas.

O terrorismo pelo direito de matar não deve e não pode ser respeitado, nem com homens-bomba ou sem eles. Os países têm que se unir, o mundo tem que se unir e expulsar estes indivíduos, pois eles não são deste mundo, e nada justificará nunca suas atitudes insanas e desintegradas do gênero humano.

Será que não deixamos passar tempo demais? Será que o Islamismo não está se esfacelando a olhos vistos, diante de todos nós, com suas rupturas internas, os seus adeptos doentios até perceberem que não podem destruir a Europa e continuar a morar nela com todas as regalias.

Fácil dedução. Difícil interpretação.
Não podem exigir o respeito que não tem pelos outros, a partir do próprio véu islâmico da mulher e da poligamia.

Não podem querer que o mundo inteiro se sacrifique aos seus desígnios de terror pelo terror, da morte pela morte, do prazer de matar que faz com que uma jovem palestina tratada durante meses num hospital israelense volte lá como uma bomba para matar todos os que a trataram.
Onde está o mundo que não vê, que não enxerga, ou pior, não quer enxergar.
Vamos parar para pensar. Fazer um balanço é ver a que isto tudo nos leva! E só então saberemos que não é mais possível continuar, que algo deve ser feito com rapidez e compromisso.
Que unidos para matar não é um compromisso para o mundo executar os planos de D-us de uma humanidade pensante coerente e de amor.
O amor salva, o amor redime, o amor completa e complementa o ser humano.
O brilho da vida é o brilho da fé no Planeta Terra, e ele será sempre o mero sentido moral da humanidade.
Mas não podemos nos esquecer de que estamos numa encruzilhada como dizia Hillel há 2.000 anos atrás.
Agora é o momento.
Se não agora, então quando?
Já bastou!

* Edda Bergmann é vice-presidente internacional da B’nai B’rith.