Por: Yossi Groisseoign

Al-Qaeda ameaça judeus em todo mundo
O número dois da organização terrorista Al-Qaeda fez um apelo em vídeo para que seus homens persigam e assassinem judeus em todo mundo. Ayman Al Zawahri disse na gravação que os judeus devem ser assassinados em resposta aos ataques israelenses em Gaza. “Muçulmanos... hoje é o vosso dia. Golpeiem os interesses dos judeus, dos norte-americanos e de todos aqueles que participam de ataques a muçulmanos” disse o terrorista. Al Zawahri sugeriu de que forma devem ser atacados os judeus: “observem os objetivos, preparem os equipamentos, planejem com precisão e assaltem, busquem o martírio e o paraíso”. Disse ainda que os ataques não devem concentrar-se apenas em Israel, mas também nos judeus de todo mundo: “Hoje em dia não há lugar para os que dizem que se deve atacar somente os judeus na Palestina. Ataquemos em todos lados, assim como eles se juntaram contra nós, de todos os lados”. (Notícias da Rua Judaica).
 
Espanha extradita implicado na AMIA
O sírio Monzer Al Kassar, preso há meses em Madri, cuja captura foi pedida pela Colômbia à Interpol, e que os Estados Unidos procuram há 20 anos está sendo extraditado ao EUA. Considerado um dos maiores traficantes de armas do mundo, ele será processado por conspirar e apoiar terroristas, pela morte de soldados americanos e lavagem de dinheiro. Kassar foi pego ao vender armas a agentes americanos disfarçados de membros das Farc. Ele também é catalogado como narcotraficante, contrabandista de armas e terrorista. A DEA diz que é responsável por 20% das importações de heroína nos EUA, enquanto o Senado o descreve como um "narcoterrorista extremamente perigoso". Sua mão também é sentida na América Latina, especialmente na Argentina, onde é acusado de participar nos atentados contra a Embaixada de Israel, em 1992, e contra a sede da AMIA em 1994, no qual morreram mais de 100 pessoas. Al Kassar obteve a nacionalidade argentina muito rapidamente, após a mediação do então presidente Carlos Menem, filho de sírios. (El Tiempo).

Palestinos preferem fracasso à paz
Pesquisa realizada por um instituto palestino indicou que 69,5% da população palestina desejava que fracassassem as conversações de paz com Israel. O levantamento foi efetuada na Cisjordânia e em Gaza e divulgada pela Rede Al Jazeera. Já entre os israelenses, diversas pesquisas mostravam o descrédito em relação aos resultados práticos das conversações, devido aos inúmeros obstáculos a serem superados de ambos os lados. (El Reloj.Com).

Ex-muçulmano corre risco
O ex-muçulmano e crítico do fundamentalismo islâmico que se converteu ao cristianismo pelas mãos do Papa Bento 16 disse que sua vida corre grande perigo, mas que não se arrepende de sua conversão. "Eu sei contra quem estou lutando, mas enfrentarei meu destino com a cabeça erguida e com a força interna de quem tem certeza sobre sua fé", disse Magdi Allam. Egípcio de 55 anos, ele foi batizado pelo Papa numa missa na véspera da Páscoa na Basílica de São Pedro transmitida pela TV a todo o mundo. A conversão de Allam foi mantida em segredo pelo Vaticano até menos de uma hora antes da missa. Escrevendo para a edição de domingo do jornal Corriere della Sera, do qual ele é sub-diretor, Allam disse que "... as raízes do mal são da natureza de um islamismo que é psicologicamente violento e historicamente conflituoso". Allam, que é forte defensor de Israel e que foi chamado por um jornal israelense como o "sionista muçulmano", tem vivido sob a proteção da polícia devido a ameaças feitas a ele, principalmente após ele ter criticado a posição iraniana quanto a Israel. (Reuters).
Casa Adoniran Barbosa
O Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores do Brasil acaba de aprovar o projeto "Casa Adoniran Barbosa", no Kibutz Bror Chayil, como parte das festividades que serão apoiadas pelo governo brasileiro em homenagem aos 60 anos da Fundação do Estado de Israel. Para participar da inauguração do Acervo Adoniran Barbosa no referido Kibutz, o Itamarati está convidando um familiar de Adoniran Barbosa. Bror Chayil é conhecido como o “kibutz dos brasileiros” em Israel (Conib).

Gilad Shalit vivo e bem tratado
O soldado israelense Gilad Shalit, capturado por palestinos perto da Faixa de Gaza em junho de 2006, está vivo e bem tratado, declarou Khaled Mechaal, um chefes do Hamas refugiado em Damasco, em entrevista que divulgada na rede britânica Skynews. "Gilad está vivo e muito bem tratado, enquanto os israelenses tratam mal nossos prisioneiros como todo o mundo sabe", declarou Mechaal, fazendo pura propaganda. O cabo Gilad Shalit, de 25 anos, foi seqüestrado há quase três anos em território israelense por três grupos de palestinos armados. O Hamas fez chegar a Israel, através do Egito, uma lista de 450 prisioneiros para os quais exige a libertação em troca de Gilad Shalit. Um dirigente israelense já havia afirmado que a maioria dos prisioneiros dessa lista havia cometido crimes de sangue, pelo que nem todos poderiam ser libertados. (France Presse).

Novo recorde desde 2000
Israel registrou um aumento de 57% no número de chegadas de turistas em janeiro de 2008 em relação ao mesmo período de 2006, para 182 mil, sendo um novo recorde desde 2000. Em janeiro de 2006 o número de entradas nas fronteiras de Israel foi de 116 mil turistas. O recorde anterior foi registrado em janeiro de 2000 com 170 mil turistas, segundo observa a imprensa israelense indicando dados do instituto de estatísticas nacional — Central Bureau of Statistics (CBS). Do total de chegadas em janeiro, 29 mil entraram por via terrestre, informa o jornal Haaretz. Para o ano de 2008 as previsões apontam para 1,9 milhões de turistas, ainda segundo o jornal, indicando fontes da indústria turística israelense. (Haaretz)

Saudita condenada a 200 chibatadas
Uma corte de apelação na Arábia Saudita condenou uma mulher estuprada por uma gangue a 200 chibatadas e seis meses de prisão por infringir as leis de segregação por sexo do país. A mulher, de 19 anos, da comunidade xiita, foi estuprada 14 vezes durante o ataque de uma gangue na região leste do país. Inicialmente, ela havia sido condenada a 90 chibatadas por violar as leis do país que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. Quando a vítima apelou à Justiça, os juízes encarregados do caso afirmaram que ela teria tentado usar a mídia para influenciar a decisão da corte. E decidiram então dobrar a pena e condenar a vítima à prisão. Os estupradores, sete homens da maioria sunita foram condenados a penas de um a cinco anos, consideradas brandas - o país prevê pena de morte para estupradores. Os jornais sauditas citaram que os juízes puniram a vítima porque ela teria tentado influenciar o poder judiciário pela mídia. O advogado da vítima foi suspenso do caso, teve sua licença confiscada e enfrenta processo disciplinar. (O Globo).

Wikipédia bloqueia anti-semita
Uma figura repulsiva e mentirosa, muito conhecida nos esgotos do anti-semitismo, Alfredo Braga, que mantém um site de ódio na internet contra judeus, acaba de sofrer um duro golpe da Wikipédia, em sua ação criminosa. A Wikipédia é uma enciclopédia livre na internet em várias línguas, inclusive o português, e aceita artigos de colaboradores, desde que sérios. Usando uma série de pseudônimos e nomes falsos, o espertalhão passava o tempo escrevendo ataques a Israel e aos judeus, mas acabou descoberto e bloqueado. Há poucos dias, quem entrasse na Wikipédia se deparava com o seguinte aviso: Usuário Alfredo Braga — Este utilizador, e seus pseudônimos, foi bloqueado permanentemente de editar na Wikipédia lusófona pelos seguintes motivos: Inserção repetida de links para sites que violam o princípio da imparcialidade, posterior campanha de acusações contra outros usuários (exemplo)
criação repetida de novas contas com nomes ofensivos a terceiros. Pseudônimos conhecidos: Ájax, Anti-555-joaotg, Munir, Mirasol, Morfeu, Cloro, Benny, Contra-joaotg,
Anti-joaotg, Prometeu, Run, Fminso. O usuário atua ainda de vários IPs anônimos. (Wikipédia).

AIEA confirma busca do Irã pela bomba
O diretor geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Mohamed El Baradei, em relatório publicado em 22 de fevereiro de 2008, ratificou as preocupações do Estado de Israel e da comunidade internacional a respeito da busca por armamentos nucleares por parte do Irã. O relatório também deixa claro que o Irã continua a enriquecer urânio e executa outras atividades que violam as resoluções do Conselho de Segurança da ONU. O relatório determina que o Irã está conduzindo atividades que são procedimentos para a obtenção de armamentos nucleares. Esta conclusão e outras fortalecem a opinião de Israel sobre a necessidade de uma investigação abrangente e profunda a respeito das atividades nucleares do Irã. Como o país continua a obstruir as investigações da IAEA e persiste em desconsiderar as resoluções do Conselho de Segurança da ONU, Israel acredita que a comunidade internacional deve aumentar a pressão sobre o Irã para poder assegurar que este país não tenha acesso a armamentos nucleares. (Ministério das Relações Exteriores de Israel).

Candidato em Sderot
Em Israel, o senador John McCaain, candidato republicano à Presidência dos EUA, foi recebido pelo presidente Shimon Peres, pelo primeiro-ministro Ehud Olmert, visitou o Yad Vashem e esteve em Sderot, acompanhado do ministro da Defesa Ehud Barak. Em entrevista disse: ‘O Hezbolá e o Hamas não são um perigo somente para Israel, mas também uma ameaça aos norte-americanos. Se tiverem êxito aqui, terão em qualquer lugar, não apenas no Oriente Médio. Eles querem a destruição do Ocidente’. Afirmou que embora nunca diria a Israel para não conversar com o Hamas, pessoalmente é contra eles. Respondendo a jornalistas disse que estava se posicionando apenas como congressista. Num encontro com Olmert concordou que a situação no sul do país ‘é intolerável. Viver com 15 segundos de aviso antes dos ataques não é forma para as crianças celebrarem Purim’, disse, referindo-se à festividade comemorada pelos judeus em todo o mundo, em especial pela garotada, com festas, fantasias e doces. ‘Nenhuma nação pode deixar de responder quando atacada ou quando seus cidadãos são atacados’. (Jerusalem Post, Associated Press, EFE).